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CONSTRUÇÃO CIVIL

Parabéns SINDUSCON-RR! Há 31 anos aprimorando o segmento da construção civil em Roraima.

É impossível pensar em desenvolvimento sem pensar na indústria da construção civil.
Por este motivo, há 31 anos, estamos engajados em ações que representam, defendem e fortalecem as empresas responsáveis pelo crescimento do nosso estado.

A você, que faz parte dessa história, nosso muito obrigado!

#Sinduscon #SindusconRR #ConstrucaoCivil #Desenvolvimento #Roraima

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CONSTRUÇÃO CIVIL

SINDUSCON/RR está funcionando em novo endereço

A diretoria do SINDUSCON/RR se reuniu nessa quinta dia 20/05, no seu novo endereço, um espaço mais amplo e confortável para receber os associados e o público em geral. Segundo o Presidente, Clerlânio Holanda, esse espaço é mais uma das ações que estão sendo desenvolvidas pela nova gestão. O novo endereço funciona na Rua Professor Diomedes Souto Maior, 84/1 – Centro.

Foto SINDUSCON/RR


Empresários:  Veronildo Holanda, Edgilson Dantas, Luis Eduardo, Ítalo Aguiar, Eloy  Santos, Clerlânio Holanda, Francisco Pereira e Vinicius  Pereira

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NOTÍCIAS DA CONSTRUÇÃO CIVIL - NACIONAL

CBIC avalia resultado de pesquisas para eleição presidencial

Importante debate sobre a eleição presidencial de 2022, com a participação do diretor-presidente do Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, foi destaque da reunião do Conselho de Administração da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) desta quinta-feira (13), via plataforma Zoom. A reunião também tratou de questões referentes a ações legislativas para atender as demandas do setor.

Com mais de 70 participantes da construção civil, o encontro virtual contou ainda com a presença de representantes de entidades do setor de Energia.

Eleição antecipada
Ao fazer uma leitura do momento político atual, no que se refere à eleição presidencial de 2022, o executivo ressaltou que, com base nas pesquisas dos institutos Paraná Pesquisas, Atlas Político, XP/Ipespe, Datafolha e o PoderData, nos últimos sete dias, a eleição está equilibrada. “A eleição no Brasil foi antecipada”, diz.

“Se a eleição fosse no próximo domingo, estaria bem equilibrada. Teria 50% de chance de vitória do presidente Jair Bolsonaro e 50% do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas o que vai definir é a situação econômica”, disse.

Na avaliação do executivo, “bolso cheio elege o presidente e bolso vazio tira o presidente”. Se a economia chegar bem no segundo semestre de 2022, mesmo que apenas com o auxílio emergencial, Bolsonaro chegará bem e ganhará”, frisa.

“É preocupante que o assistencialismo defina a eleição no País, em detrimento dos projetos do governo”, lamenta o vice-presidente da CBIC, José Irenaldo Quintans.

Ações Legislativas
Pensando não apenas no futuro da construção, mas no futuro do Brasil, o presidente da CBIC, José Carlos Martins, destacou os temas da Agenda da Construção de 2021 a 2023.



Todos eles serão abordados nos ‘Quintas da CBIC’ das próximas semanas, com a participação de parlamentares que estão cuidando dos assuntos no Congresso Nacional, como os da Reforma Administrativa e da Reforma Tributária, que serão tratados nesta quinta-feira, a partir das 17h.

Os temas da agenda foram apresentados pelo coordenador de Relações Institucionais da CBIC, Luis Henrique Cidade, e comentados pelo vice-presidente da CBIC, José Eugênio Gizzi, que informaram a forma de atuação da entidade sobre cada um deles.

POR: AGÊNCIA CBIC

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Mercado imobiliário continua ativo, apesar da pandemia da Covid-19

AGÊNCIA CBIC

30/04/2021

Cerca de 50 empresários do setor da construção participaram nesta sexta-feira (30), via Zoom, da reunião de Rodada de Negócios da Comissão da Indústria Imobiliária (CII) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), coordenada pelo presidente Celso Petrucci.

Apesar do cenário de pandemia da Covid-19, Petrucci ressaltou que o mercado imobiliário continua ativo no País. “O financiamento imobiliário do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) já alcançou números anualizados que são os maiores em todos os tempos. Nos últimos 12 meses, o SBPE financiou R$ 148 bilhões. A grande preocupação são os financiamentos do Casa Verde e Amarela”, disse.

Sobre as ações iniciadas em 2018, entre a CBIC, a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) e a B3 (Bolsa do Brasil), para o desenvolvimento de uma Central de Recebíveis com o intuito de melhorar a relação dos bancos com as incorporadoras/loteadoras, no que se refere à Gestão de Recebíveis oriundos do Plano Empresário, o gerente de produtos da B3, Gustavo Corradini, apresentou as novas funcionalidades da Plataforma Imobiliária Gestão de Recebíveis a partir de maio.

A Central visa facilitar a conexão entre as incorporadoras e os agentes financiadores. O sistema organiza, controla e aumenta a transparência do fluxo dos recebíveis de imóveis vendidos na planta. Por meio da plataforma, que centraliza todas as informações sobre a evolução dos recebíveis, a incorporadora não precisa informar os agentes financiadores de forma independente.

Dentre os benefícios da plataforma: gestão do Plano Empresário, antecipação à regulação, otimização operacional, vitrine de empreendimentos, emissão de boletos facilitada, índices de reajuste, aplicativo Mobile para clientes, credibilidade B3, plataforma para assinatura de VV e fluxo de repasses.

A gestão de recebíveis terá um custo de R$ 3 mensais por unidade cadastrada na plataforma. Para o conjunto de 100 unidades cadastradas, a cobrança mensal será de R$ 300 referente as unidades cadastradas durante o período de obra.

Também participaram da reunião, pela B3, Bruna Machado e Bernardo Ramos.

Veja mais sobre o produto na apresentação da B3

Concorrência desleal na comercialização de empreendimentos

O presidente da Associação Sergipana dos Empresários de Obras Públicas e Privadas (Aseopp), Luciano Franco Barreto, alertou o setor quanto ao modelo ilegal de incorporação e loteamento imobiliário que está sendo praticado em Sergipe, com a venda de imóveis via cooperativas.

O advogado da Aseopp e membro do Conjur/CBIC, Pedro Celestino, destacou que se trata da prática de oferta pública de unidades futuras sem o registro do memorial de incorporação. São incorporadoras travestidas de associações que fazem oferta pública de imóveis sem preencher os requisitos de lei, bem como oferta falsa aos adquirentes na publicidade dos imóveis.

Já foram lançadas mais de 2 mil unidades no Estado nesse formato, em concorrência desleal na comercialização de empreendimentos.

“Não se trata de cooperativa, que é lícita e regular. É formação de condomínio voluntário sem incorporação imobiliária”, mencionou Abelardo Campoy, informando que o assunto já foi tratado no âmbito do Conselho Jurídico da CBIC e condenado por seus membros.

Resultados e Perspectivas do Mercado Imobiliário

Petrucci informou que a CBIC apresentará o Balanço do Mercado Imobiliário do 1º trimestre de 2021 no dia 24 de maio, durante coletiva de imprensa.

Sobre o mercado, o sócio-diretor da Brain Inteligência Estratégica, Fábio Tadeu Araújo, disse que a expectativa é de que 2021 seja recorde em financiamento imobiliário via SBPE.

No primeiro trimestre do ano foram financiados R$ 43 bilhões pelo SBPE, alta de 112,8% em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado de 12 meses, os empréstimos destinados à aquisição e construção de imóveis somaram R$ 146,81 bilhões (alta de 76,1%).

No mesmo período, foram financiados, com recursos da poupança do SBPE, 187,6 mil imóveis (casas ou apartamentos), resultado 137,3% superior ao do 1º trimestre de 2020.

Nos últimos 12 meses (abril/2020 a março/2021), os financiamentos viabilizaram a aquisição e a construção de 535,3 mil imóveis, alta de 70,8% em relação aos 12 meses anteriores, quando 313,4 mil foram beneficiadas pelo crédito imobiliário do SBPE.

Quanto ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), Fábio Tadeu destaca queda de investimento. No acumulado de 12 meses (abril/2020 a março/2021), os financiamentos concedidos com recursos do FGTS somaram R$ 48,3 bilhões (queda de 9,8%). Nos últimos 12 meses (abril/2020 a março/2021), os financiamentos viabilizaram 368,6 mil imóveis, queda de 16,1% em relação aos 12 meses anteriores (439 mil unidades).

Rodada de Mercado

Na Rodada de Mercado, representantes de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Maranhão, Goiânia, Piauí e Maringá reforçaram que há um movimento forte nas vendas de imóveis, novos e usados. No entanto, destacaram que o aumento dos insumos e o agravamento da pandemia da Covid-19 são questões que estão sendo avaliadas para a definição de lançamento de novos empreendimentos.

A próxima reunião da Comissão da Indústria Imobiliária será em julho.

Os assuntos tratados na reunião têm interface com o projeto ‘Melhorias do Mercado Imobiliário’ realizado pela CII/CBIC, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional).

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Construção civil reduz ritmo de contratações em março

AGÊNCIA CBIC 28/04/2021


A construção civil que, nos primeiros dois meses do ano criou mais de 44 mil novas vagas mensais, reduziu esse patamar para 25.020 em março. Ou seja, o setor reduziu o ritmo de suas contratações e aumentou o ritmo de demissões.

Os dados são do Novo Caged, divulgados nesta quarta-feira (28) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia.

O resultado é justificado pela redução do nível de atividades. “Esse é mais um reflexo do estrago que está sendo feito pelo desabastecimento e aumento expressivo nos preços dos insumos”, destaca a economista do Banco de Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos.

Em março, o número de admissões na construção foi 161.072 (o menor número do ano). Já as demissões totalizaram 136.052 trabalhadores, o maior número do ano.

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NOTA À IMPRENSA – SOBRE VETO NO ORÇAMENTO DE 2021

AGÊNCIA CBIC
23/04/2021
“A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e todas as suas entidades associadas veem com muita preocupação e perplexidade o corte realizado nas verbas do Orçamento de 2021 para dar continuidade às obras da faixa 1 do programa Casa Verde e Amarela.

Com o veto, que praticamente zera as despesas que estavam reservadas ao Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), serão paralisadas as obras de 250 mil casas que hoje estão em construção no país. O montante emprega diretamente em torno de 250 mil pessoas e outras 500 mil entre empregos indiretos e induzidos.

No momento que o Brasil atravessa, com tantos desafios impostos em decorrência da pandemia, esse corte não estava previsto em lugar algum.

Agora, confiamos na sensibilidade do Congresso Nacional, para que possa reverter essa situação urgentemente. E que, assim, não se inicie uma imensa onda de demissões no setor, já extremamente afetado pelos aumentos nos preços dos insumos, que impactam seriamente seus contratos, que têm preço fixo”, José Carlos Martins, presidente da CBIC.

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SINDUSCON/RR GANHA O 1° LUGAR DO PRÊMIO MÉRITO SINDICAL DA FIER – EDIÇÃO 2020

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de Roraima (SINDUSCON/RR) consagrou-se vencedor em primeiro lugar no Prêmio Mérito Sindical – Edição 2020. A solenidade de premiação, foi realizada no dia (24.03), na sede da FIER.

Foto: ASCOM SESI/RR  

Foto: ASCOM SESI/RR
Presidente do SINDUSCON – Clerlânio Holanda, a Presidente da FIER – Izabel Itikawa e o Vice-presidente do SINDUSCON – Veronildo Holanda

O Prêmio é uma iniciativa da Federação das Indústrias do Estado de Roraima (FIER) que realiza a cada 2 (dois) anos, o Prêmio Mérito Sindical, e tem como objetivo reconhecer e valorizar as iniciativas desenvolvidas pelas lideranças sindicais, com vistas à promoção do associativismo, fortalecimento e defesa de interesses dos segmentos industriais organizados.

Os ganhadores, recebem a premiação até o terceiro lugar atendendo aos critérios estabelecidos com base nas diretrizes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), por meio do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA), considerando três áreas de atuação: Sindicato Legal, Fortalecimento Sindical e Associativismo Sindical. Segundo o Presidente Clerlânio Holanda, essa premiação é o reconhecimento das boas práticas que o SINDUSCON/RR vem executando ao logo dos anos.

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SINDUSCON/RR reforça a campanha: “Construção contra a corona vírus – não vamos baixar a guarda”.

A Campanha ‘Construção contra o coronavírus – não vamos baixar a guarda’, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas da (CPRT) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), disponibilizou aos sinduscons em todo Brasil, um kit contendo máscara e adesivos da campanha para ser disseminado no setor.
A iniciativa conta ainda, com o apoio do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional).
A campanha visa incentivar toda a comunidade da construção civil, empresários e trabalhadores a manterem os protocolos e cuidados que se mostraram exitosos com relação aos casos de covid relacionados ao setor.
Desde o início da pandemia da Covid-19, o SINDUSCON/RR vem reforçando as medidas de cuidado dentro dos canteiros, a fim de proteger o trabalhador, e manter ativo o setor.
Nesse contexto, o SINDUSCON/RR distribuiu aos trabalhadores da construção civil, máscaras de proteção facial e adesivos para capacete aos empresários e trabalhadores reforçando iniciativa da (CBIC). Conforme o Presidente do sindicato, Clerlânio Holanda, o momento requer o reforço constante nas medidas de prevenção para não baixar a guarda, mesmo com o início da campanha de vacinação do país, os cuidados devem continuar.

empresa Eletrowoltes

KIT máscara e adesivo – CBIC
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CONSTRUÇÃO CIVIL

CAGED: construção civil volta a registrar números positivos

A construção civil tem liderado a geração de empregos no país e já se tornou um dos principais responsáveis por impulsionar a economia do Brasil durante a pandemia provocada pelo novo coronavírus.

Dados do novo CAGED, divulgados pela Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia, a Construção Civil, em 2020, foi o setor que mais gerou novas vagas com carteira assinada no País. No total, foram contabilizados 112.174 novos postos de trabalho formais no setor, resultado da diferença entre 1.570.835 admissões e 1.458.661 demissões.

O fechamento líquido de 67.906 vagas de trabalho com carteira assinada em dezembro, foi puxado pela construção civil no mês, com o encerramento de 43.032 postos formais.

Em Roraima, não foi diferente, o setor liderou o número de empregos em 2020, com o saldo 1.699 novos postos no setor da construção civil.

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Empresas buscam repactuação de contratos com a Administração Pública

AGÊNCIA CBIC
18/11/2020


As construtoras de Roraima têm enfrentado diariamente o desafio de honrar os compromissos assumidos antes da pandemia da Covid-19. Isto porque, principalmente no que se refere aos contratos de obras públicas, os valores dos insumos básicos aumentaram numa proporção sem precedentes desde abril, superando os índices nacionais de inflação registrados este ano, conforme pesquisa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Destaque para o cimento que, no início do ano custava em média R$ 32,00 e passou para R$ 50,00 o saco de 42,5 kg. Mas, houve aumento também no preço do tijolo, cobre e alumínio, que estão na lista dos itens mais utilizados.

No Estado, segundo o Sindicato das Indústrias de Construção Civil do Estado de Roraima (Sinduscon-RR), as obras contratadas pelos Governos Federal, Estadual e Municipal, representam o maior volume das obras e essa diferença de preços entre o que foi previsto e o que de fato está sendo praticado atualmente, pode impedir a conclusão das obras, o atraso nos cronogramas, gerar desligamento de colaboradores e afetar a população em geral, que depende das estruturas que estão em construção.

“O fato de haver um aumento no preço dos materiais durante a execução das obras é bastante comum, mas isso geralmente acompanhava a inflação do período, o que é perfeitamente possível de ser absorvido pelas empresas. Mas, chegamos a um ponto em que a alta foi muito além destes percentuais e, mesmo com todo o empenho e compromisso, é impossível continuar com o trabalho sem que haja um reequilíbrio econômico-financeiro destes contratos”, explica o presidente do Sinduscon-RR, Clerlânio Holanda.

Reunião com representantes da Caixa (Foto: divulgação Sinduscon/RR)

Buscando um canal de diálogo que resulte na repactuação dos termos dos contratos e convênios, respeitando os requisitos legais e visando o reequilíbrio econômico-financeiro, o sindicato tem reunido representantes do Governo Estadual, Prefeitura de Boa Vista e Caixa Econômica Federal para avaliarem o cenário, identificando, nos contratos vigentes, quais dos itens orçados foram afetados pela elevação de preços.

“Com essa sinalização positiva por parte da Caixa Econômica, Governo de Roraima e Prefeitura de Boa Vista, as empresas que estão executando obras públicas podem procurá-los, de acordo com a natureza dos seus contratos, para realizar os ajustes necessários a atualização dos valores dos insumos, apresentando as pesquisas de mercado que demonstrem os valores atuais praticados pelos fornecedores. Avaliamos que, desta forma, o Sinduscon-RR exerce o seu papel para que o setor da construção possa continuar as suas atividades gerando ganhos para a sociedade, seja na entrega de infraestrutura e habitações, bem como na geração de empregos e fortalecimento da economia”, destaca Clerlânio.


Reunião com a Prefeitura de Boa Vista (Foto: divulgação do Sinduscon/RR)

As empresas que quiserem obter mais informações podem acessar o site da CBIC e consultar informações gerais e específicas sobre o assunto, como uma Cartilha de Perguntas e Respostas, Parecer Jurídico, Minuta de Ofício para a Administração Pública e reportagens. Também podem entrar em contato com o Sinduscon pelos telefones (95) 3224-0350 ou (95) 99130-3336.

Construção civil em Roraima
No Estado, a construção civil é responsável por 65,2% da composição do PIB da Indústria de Roraima, que corresponde a cerca de 8% do PIB Estadual e foi a atividade que mais ganhou participação na indústria local: aumentou 13,5 pontos percentuais entre 2007 e 2017, de acordo com o Perfil da Indústria nos Estados, elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

No que se refere aos postos de trabalho, são mais de 2.500 empregos diretos, podendo ultrapassar a marca de 4 mil, se considerarmos os empregos indiretos gerados em toda a cadeia da construção, de acordo com os dados do CAGED/Ministério da Economia.

(Com informações do Sinduscon-RR)

Reunião o Governo de Roraima/SEINF (Foto: Bisto/Seinf/RR)


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SINDUSCON -RR abre caminho para empresas de construção buscarem a repactuação de contratos com a Administração Pública

Desde meados de março, quando a pandemia da COVID-19 chegou a Roraima, a economia local passou a sentir as consequências da interrupção ou da redução da atuação das empresas e, desde então, vem buscando recuperar as perdas registradas no período. Mas, para alguns setores, como o da construção civil, que desenvolve atividades consideradas essenciais, a continuidade do trabalho não impediu que surgissem problemas capazes de comprometer a o desempenho do setor, caso não fossem de imediato resolvidos.

Hoje, as construtoras enfrentam o desafio diário de honrar os compromissos assumidos antes da pandemia. Isto porque, principalmente no que se refere aos contratos de obras públicas, os valores dos insumos básicos aumentaram numa proporção sem precedentes desde abril, superando os índices nacionais de inflação registrados este ano, conforme aponta uma pesquisa realizada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção – CBIC .

Em uma análise realizada pelo Sindicato das Indústrias de Construção Civil do Estado de Roraima, isto pode ter ocorrido pela falta de oferta de materiais no mercado local, em decorrência do fechamento de fábricas; a alta do dólar estimulando a exportações e reduzindo o fornecimento de insumos para o mercado interno, e o custo do frete que também acompanha essa tendência. Entre eles, podemos destacar o cimento que, no início do ano custava em média R$ 32,00, passou para R$ 50,00 o saco de 42,5 kg. Mas, houve aumento também no preço do tijolo, cobre e alumínio, que estão na lista dos itens mais utilizados.

A construção civil é responsável por 65,2% da composição do PIB da Indústria de Roraima, que corresponde a cerca de 8% do PIB Estadual e foi a atividade que mais ganhou participação na indústria do Estado: aumentou 13,5 pontos percentuais entre 2007 e 2017, de acordo com o Perfil da Indústria nos Estados, elaborado pela Confederação Nacional da Indústria – CNI.

No que se refere aos postos de trabalho, são mais de 2.500 empregos diretos, podendo ultrapassar a marca de 4 mil, se considerarmos os empregos indiretos gerados em toda a cadeia da construção, de acordo com os dados do CAGED/Ministério da Economia.

Nesse contexto, as obras contratadas pelos Governos Federal, Estadual e Municipal, representam o maior volume das obras e essa diferença de preços entre o que foi previsto e o que de fato está sendo praticado atualmente, pode impedir a conclusão das obras, o atraso nos cronogramas, gerar desligamento de colaboradores e afetar a população em geral, que depende das estruturas que estão em construção.

“O fato de haver um aumento no preço dos materiais durante a execução das obras é bastante comum, mas isso geralmente acompanhava a inflação do período, o que é perfeitamente possível de ser absorvido pelas empresas. Mas, chegamos a um ponto em que a alta foi muito além destes percentuais e, mesmo com todo o empenho e compromisso, é impossível continuar com o trabalho sem que haja um reequilíbrio econômico-financeiro destes contratos”, explica o Presidente do SINDUSCON-RR, Clerlânio Holanda.

Para resolver este problema, o sindicato decidiu convidar os representantes do Governo Estadual, Prefeitura de Boa Vista e Caixa Econômica Federal, para avaliarem este cenário identificando, nos contratos vigentes, quais dos itens orçados foram afetados por essa elevação de preços que excede as médias aceitáveis. Foram três reuniões coordenadas pelo SINDUSCON, com cada uma das instituições e, após a análise das informações e dos dados, foi aberto um importante canal de diálogo que poderá resultar na repactuação dos termos dos contratos e convênios, respeitando os requisitos legais e visando o reequilíbrio econômico-financeiro.

“Com essa sinalização positiva por parte da Caixa Econômica, Governo de Roraima e Prefeitura de Boa Vista, as empresas que estão executando obras públicas podem procurá-los, de acordo com a natureza dos seus contratos, para realizar os ajustes necessários a atualização dos valores dos insumos, apresentando as pesquisas de mercado que demonstrem os valores atuais praticados pelos fornecedores. Avaliamos que, desta forma, o SINDUSCON-RR exerce o seu papel para que o setor da construção possa continuar as suas atividades gerando ganhos para a sociedade, seja na entrega de infraestrutura e habitações, bem como na geração de empregos e fortalecimento da economia”, destaca Clerlânio.

As empresas que quiserem obter mais informações podem acessar o site da Câmara Brasileira da Indústria da Construção-CBIC https://cbic.org.br/cbic-instrui-setor-sobre-como-buscar-o-reequilibrio-de-contratos/ e consultar informações gerais e específicas sobre o assunto, como uma Cartilha de Perguntas e Respostas, Parecer Jurídico, Minuta de Ofício para a Administração Pública e reportagens. Também podem entrar em contato SINDUSCON pelos telefones 3224-0350 ou 99130-3336.

Reunião Caixa/RR – foto aquivo Sinduscon-RR
Reunião Governo de Roraima/ SEINF – foto Bispo/SEINF
Reunião Prefeitura de Boa Vista/SMO – foto arquivo Sinduscon-RR
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ENIC2020 Encontro Nacional da Indústria da Construção, Brasília/DF, nos dias 02 e 03/12.

O maior evento da América Latina!
O ENIC – Encontro Nacional da Indústria da Construção, na sua 92ª edição, é o maior evento do setor e é realizado com apoio e patrocínio das indústrias e empresas de serviços com parceria dos sindicatos, associações da construção civil e associações que compõem a coalizão.

O ENIC é reconhecido como o mais importante fórum de debates dos temas estratégicos e da agenda nacional da construção, assim como espaço preferencial para a realização de negócios, troca de conhecimento e networking.

Pensando sempre nas pessoas e com foco no cuidado e atenção, a CBIC planejou sua 92ª edição para este novo cenário que trouxe tantas transformações para todos nós. Seguindo todos os protocolos de saúde e tendências que emergiram neste período, criamos uma agenda de eventos online que estenderá de julho a dezembro de 2020.
https://www.cbic.org.br/enic92/

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TOMA POSSE A NOVA DIRETORIA SINDUSCON-RR, TRIÊNIO 2020-2023

A nova diretoria eleita do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de Roraima (SINDUSCON/RR), tomou posse no dia 01 de outubro, na sede da Federação das Indústrias do Estado de Roraima (FIER).

 A nova gestão terá como presidente, o empresário da construção civil, o engenheiro Clerlânio Fernandes de Holanda, eleito por aclamação em agosto de 2020, e assume o sindicato para o mandato de 2020 a 2023.

Na ocasião, o presidente eleito, Clerlânio Holanda, fez um agradecimento a diretoria anterior, em especial ao presidente Rivaldo Neves, pelos anos em que esteve à frente do sindicato e pelas suas conquistas, bem como de sua diretoria; e enfatizou que o principal desafio é enfrentar a atual crise econômica, porém, com a bandeira da retomada do crescimento, do desenvolvimento contínuo e sustentável, sempre com a construção civil como mola da economia, gerando emprego e renda, promovendo o desenvolvimento urbano e cumprindo sua mais valiosa função social, a moradia com qualidade de vida.

Nova Diretoria

Presidente: Clerlânio Fernandes de Holanda

Vice-presidente:  Veronildo da Silva Holanda

1° secretário: Edgilson Dantas Santos

2° secretário: Ítalo Regis Pereira Aguiar

1° tesoureiro: Francisco Pereira da Silva

2° tesoureiro: Eloy José dos Santos Júnior

Conselho Fiscal Titulares

José Fonseca Guimarães

Edson teles barros

José Geraldo de Andrade

Conselho Fiscal Suplentes

Kerverson das chagas Holanda

Luis Eduardo Trajano santos

Antônio vieira lobo

Delegados junto a federação das indústrias do estado de Roraima – FIER

Titulares

Clerlânio Fernandes de Holanda

Rivaldo Fernandes neves

Suplentes

Veronildo da silva Holanda

Edgilson Dantas santos   

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SINDUSCON-RR e SINTRACOMO-RR FINALIZAM AS NEGOCIAÇÕES COLETIVAS

Mesmo diante das turbulências que vive o país, em especial no campo econômico, o sindicato patronal e laboral da construção civil do Estado de Roraima, encerraram as discussões referentes aos reajustes salariais da categoria 2020/2021. Foram duas reuniões para as negociações, que se enceraram com o reajuste 2% para os pisos da categoria. O vice-presidente, Clerlânio Holanda, destacou que neste ano a negociação contemplava apenas as cláusulas econômicas. “Este é um ano difícil para todos em que a situação econômica é desfavorável para empregadores e empregados e também, acreditamos que o percentual negociado foi o possível para manutenção dos empregos e expectativa da retomada do crescimento” destacou Clerlânio.            

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SINDUSCON/RR e SINTRACOMO/RR se reúnem para dar continuidade às negociações coletivas sobre Reajuste Salarial 2020/2021

Dando continuidade as negociações coletivas, o SINDUSCON-RR esteve reunido com o SINTRACOMO-RR, para tratar do Reajuste Salarial, para o período 2020/2021, na tarde desta sexta-feira (28.08), na sede da FIER

Foto arquivo/Sinduscon-RR

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SINDUSCON/RR e SINTRACOMO/RR se reúnem para iniciar as negociações coletivas da cláusula sobre Reajuste Salarial 2020/2021

Com o compromisso de defender as empresas do setor da Construção Civil do Estado de Roraima, o SINDUSCON-RR deu início às tratativas da Convenção Coletiva de Trabalho, referente a cláusula 4ª – Reajuste Salarial, para o período 2020/2021, na tarde desta terça-feira (25.08), na sede da FIER.

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Sinduscon recebe a empresa SM Natureza em reunião de diretoria para conhecer a empresa e firmar parceria

Na tarde dessa quinta-feira, 20 de agosto de 2020, o SINDUSCON – RR, teve a satisfação de receber, em reunião de diretoria, o gerente comercial, da empresa SM Natureza, Paulo Roberto, na sede da FIER.
O objetivo da participação da empresa na reunião ordinária do sindicato foi realizar a apresentação dos serviços da empresa na área de gerenciamento de resíduos sólidos da construção civil. Também foi proposto pelo sindicato a realização de parceria com desconto nos serviços prestados pela SM, aos associados do sindicato.
Mais do que nunca, é hora de somarmos esforços para tornar o descarte adequado de resíduos da construção civil e atender a Lei Municipal 2.004/2019, que estabelece as diretrizes para a implementação do Plano Municipal de Gestão de Resíduos Sólidos de Boa Vista, entrou em vigor no ano passado. A medida atende à política nacional de resíduos sólidos, estabelecida através da lei nº 12.305/2010, que define e ordena processos importantes para a gestão de resíduos sólidos domiciliares, resíduos de construção civil e resíduos de serviços de saúde, entre outros.




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CBIC lança radar mensal sobre convenções coletivas da construção civil

AGÊNCIA CBIC


Dos 46 sindicatos do setor da construção civil com data-base de negociação entre janeiro e junho de 2020, apenas 10 assinaram convenções coletivas ou aditivos com previsão de reajustes no período. É o que demonstra o Radar Convenções Coletivas lançado nesta segunda-feira (27) pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), por meio de sua Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT/CBIC). Esta primeira edição do informativo traz dados das negociações referentes às datas-base de janeiro a junho de 2020, cujas convenções coletivas ou aditivos tenham sido firmados.

Por outro lado, 25 sindicatos firmaram instrumentos específicos em razão da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), entre março e junho, a fim de disciplinar situações para a flexibilização de procedimentos e a proteção ao emprego durante o estado de calamidade pública.

O levantamento demonstra que as negociações foram postergadas em virtude das incertezas que ainda pairam sobre a economia em razão da crise sanitária. “Nenhuma das entidades que têm data-base nos meses de fevereiro e abril firmou instrumento normativo com previsão de reajustes ou outras questões que não dizem respeito à pandemia”, aponta o presidente da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, Fernando Guedes Ferreira Filho.

Quanto aos instrumentos que tratam de reajustes salariais, 10 foram firmados de janeiro a junho de 2020 e um sindicato já tinha previsão em sua CCT 2019-2021 que haveria um reajuste correspondente à variação do INPC em janeiro de 2020. Portanto, dos 11 reajustes salariais analisados, quatro foram iguais à inflação (variação do INPC), três acima, dois abaixo da variação do INPC e em duas convenções assinadas não foi concedido reajuste para salários acima do piso.

O Radar Convenções Coletivas, de periodicidade mensal, tem por objetivo dar um panorama geral dos principais dados extraídos das convenções coletivas firmadas pelos sindicatos associados à CBIC e está disponível no site da entidade .

O informativo integra o projeto ‘Monitoramento de Normativos e Dados de SST/RT – Radar Trabalhista’, realizado pela CBIC, por meio da sua Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT), com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional).

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CONSTRUÇÃO CIVIL

CBIC cria cartilha sobre coronavírus, com orientações a empresas

AGÊNCIA CBIC

18/03/2020

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) lançou, nesta quarta-feira (18), a cartilha Coronavírus, que apresenta um resumo sobre o tema para as entidades do setor da construção e para seus associados. O material já está disponível no site da CBIC, no endereço cbic.org.br/publicacoes/.

A publicação foi apresentada durante o evento Diálogos
CBIC: setor e a crise do Coronavírus
, realizado na tarde de hoje, via internet. O documento inclui desde cuidados para identificar os sintomas da doença até orientações sobre direitos de contratados.

“A cartilha reúne informações que devem ser avaliadas nesse momento de pandemia de Covid-19, trazendo os principais alertas para as entidades do setor da construção e para seus associados”, explicou o presidente da CBIC, José Carlos Martins.

O conteúdo está dividido em seis tópicos principais:

      • O que é o coronavírus?
      • Quais os principais sintomas identificados?
      • Como prevenir a disseminação do vírus?
      • Como prevenir a disseminação do vírus no ambiente de trabalho?
      • O que fazer no canteiro de obras?
      • Quais são os direitos dos contratados nos contratos de obras públicas?

A cartilha Coronavírus pode ser atualizada à medida que surgirem novas informações relevantes sobre o tema. Ela foi produzida pelos advogados Erika Albuquerque Calheiros (assessora jurídica e coordenadora do Conselho Jurídico da CBIC), Fernando Vernalha Guimarães (consultor jurídico da Comissão de Infraestrutura da CBIC) e Fernando Guedes Ferreira Filho (vice-presidente de Política de Relações Trabalhistas da CBIC).

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Sesi disponibiliza plataforma para geração do PGR

Desde 03 de janeiro deste ano, a nova NR-01 entrou em vigor. Na atualização, vieram as diretrizes para o programa de gerenciamento de riscos (PGR), visando a identificação de perigos, a avaliação dos riscos e a adoção de medidas de prevenção para controlar os riscos nos locais de trabalho.

Obrigatório para indústrias de todos os portes, o PGR deve ser composto pelo inventário de riscos e plano de ação, com o cronograma, formas de acompanhamento e conferência de resultados.

Para apoiar as micros e pequenas empresas, o Sesi disponibiliza um autosserviço online para que os empresários desenvolvam gratuitamente o PGR. No portal Sesi Facilita, os usuários inserem o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e, no ato, já são informadas se estão enquadradas nas regras para adesão ao serviço.

A plataforma, que conta com sistema de inteligência artificial com mais de 240 atividades industriais, traz um formulário para que empresas informem seu ramo de atividade e a própria plataforma apresenta um rol de processos produtivos que podem ser desenvolvidos, com mapeamento de possíveis riscos químicos, físicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes.

Os usuários só precisam selecionar os processos que existem efetivamente na empresa, incluir setores que não foram mencionados e relacionar os funcionários que estão em cada processo produtivo. O sistema se encarrega de fazer as correlações e listar os possíveis perigos existentes em cada processo para que seja realizada a avaliação de riscos. Por fim, o sistema sugere as ações necessárias para que a empresa possa elaborar seu plano de ação para reduzir os riscos encontrados.

O relatório gerado após o preenchimento do formulário, composto por um inventário de riscos e um plano de ação, será usado para que o empresário da micro ou pequena indústria faça a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais para atendimento à legislação (NR1).

Acesse: http://sesifacilita.com.br

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CONSTRUÇÃO CIVIL

PROGRAMAÇÃO CANPAT CONSTRUÇÃO 2022

Saiu a programação!
No próximo dia 26 de julho, às 10h (horário de Brasília), a CBIC lança a CANPAT Construção 2022, com o tema “Gestão da Segurança e Saúde na Construção: uma nova cultura para um ambiente de trabalho seguro e saudável”. 👷
Essa é uma campanha consolidada que combina esforços com os principais atores da Segurança e Saúde do Trabalho: o SESI, os Serviços Sociais da Indústria da Construção (Seconcis) e a Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT).
Inscreva-se pelo link:
https://brasil.cbic.org.br/cbic-cprt-canpat-2022-26-07-2022

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CONSTRUÇÃO CIVIL

CANPAT Construção 2022 vai abordar Gestão da Segurança e Saúde na Construção

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi), participação da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) e apoio especial do Seconci Brasil, realizará no dia 26 de julho, às 10 horas, o lançamento da Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho na Indústria da Construção – CANPAT Construção 2022 com o tema “Gestão da Segurança e Saúde na Construção: uma nova cultura para um ambiente de trabalho seguro e saudável”.

De acordo com o presidente da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT/CBIC), Fernando Guedes, o evento, que está em sua 6ª edição, vai abordar questões de segurança e saúde do trabalho (SST) na construção, além dos novos paradigmas e a cultura de prevenção que as empresas devem observar com a NR 18, que entrou em vigor este ano.

O presidente da CPRT destacou ainda a importância do evento no calendário do setor e dos relevantes debates que a CANPAT Construção promove. “A expectativa é muito elevada, afinal de contas é um setor muito importante. A nossa Campanha já é um evento dentro do calendário da construção, respeitado e muito aguardado pelos profissionais prevencionistas”, disse.

Fique de olho! Em breve mais informações da programação!

Clique aqui e garanta a sua vaga!

https://bit.ly/CANPATConstru%C3%A7%C3%A3o2022

O tema tem interface com o projeto “Realização/Participação de/em Eventos Temáticos de RT/SST”, da Comissão de Políticas e Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional).
Por: Agência Brasil

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CONSTRUÇÃO CIVIL

INCC-M: Índice Nacional de Custos da Construção sobe 2,81% em junho de 2022. Com este resultado, o índice acumula alta de 7,20% no ano e 11,75% em 12 meses.

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) subiu 2,81% em junho, percentual superior ao apurado no mês anterior, quando o índice registrou taxa de 1,49%. Com este resultado, o índice acumula alta de 7,20% no ano e 11,75% em 12 meses. Em junho de 2021, o índice subira 2,30% no mês e acumulava alta de 16,88% em 12 meses. A taxa do índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços passou de 1,55% em maio para 1,40% em junho. O índice referente à Mão de Obra subiu 4,37% em junho, após variar 1,43%, em maio.

Materiais, Equipamentos e Serviços

No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, a taxa correspondente a Materiais e Equipamentos variou 1,58% em junho, após subir 1,67% no mês anterior. Dois dos quatro subgrupos componentes apresentaram decréscimo em suas taxas de variação, destacando-se equipamentos para transporte de pessoas, cuja taxa passou de 2,37% para 0,33%.

A variação relativa a Serviços passou de 0,92% em maio 0,50% em junho. Neste grupo, vale destacar o recuo da taxa do item aluguel de máquinas e equipamentos, que passou de 2,36% para 0,88%.

Mão de obra

A taxa de variação referente ao índice da Mão de Obra subiu 4,37% em junho, após variar 1,43%, em maio.

Capitais

Cinco capitais apresentaram acréscimo em suas taxas de variação: Salvador, Brasília, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Em contrapartida, Belo Horizonte e Porto Alegre apresentaram decréscimo em suas taxas de variação.

O que é o INCC-M?

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) é um indicador econômico que capta a evolução de custos de construções residenciais. Possibilita o acompanhamento da evolução dos preços de materiais e custos de mão de obra e serviços mais relevantes para a construção civil.

Quais os locais de abrangência?

Tem como abrangência geográfica sete capitais brasileiras: Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo.

Como é calculado o INCC?

O INCC-M é calculado com base na conjugação de um sistema de pesos a um sistema de preços referentes a uma amostra de insumos (mercadorias, equipamentos, serviços e mão-de-obra) com representatividade na indústria da construção civil.

Além de sua composição geral, abrangendo todos os elementos da amostra, o INCC-M desdobra-se em dois grupos, identificados como índices de:

– Materiais, Equipamentos e Serviços

– Mão de obra

O índice nacional resulta da média aritmética ponderada das sete capitais. Sua pesquisa mensal de preços é realizada entre os dias 21 do mês anterior ao de referência e o dia 20 do mês de referência.

Para o mercado, quais as vantagens de acompanhar o INCC?

O INCC, como indicado acima, acompanha a variação dos preços dos materiais e da mão de obra das construções residenciais. Dessa forma, é um bom indicativo da evolução dos custos de produção para as construtoras, de custos com obras/reformas, bem como serve de informação relevante para indústrias e varejo do setor, assim como para tomada de decisões por parte dos demais agentes econômicos.

Para mais informações o estudo completo está disponível no site.

Por: Fundação FGV

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Palestra: Nova Norma Regulamentadora NR 18 e NR 01

O SINDUSCON-RR participou na última terça-feira (21.06) da primeira Ação Especial Setorial no ramo da Construção Civil em Roraima, iniciativa da Inspeção do Trabalho da Superintendência Regional do Trabalho em Roraima (SRT), com o apoio do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (SINAIT), da Federação doas Indústrias do Estado de Roraima (FIER) e SESI/RR. O evento aconteceu no auditório da escola do SESI.

Apresentação, Presidente do Sinduscon-RR, Clerlânio Holanda

O tema foi a “Nova Norma Regulamentadora NR 18 e NR 01: prevenção e dignidade ao trabalhador da construção civil”. A palestra foi ministrada pelo Auditor Fiscal do Trabalho Rubens Patruni.
A ideia era orientar, sensibilizar e comprometer empresários, trabalhadores e representantes das classes trabalhadora e empresarial sobre a importância da prevenção e promoção de ambiente favorável à dignidade humana, por meio da busca constante de um ambiente de trabalho saudável e seguro para os trabalhadores.

Estiveram presentes, membros da diretoria do Sinduscon-RR, empresários, Sindicato dos trabalhadores entre outros representantes do setor da Construção Civil no Estado.

#SindusconRR #representatividade #DefesaDeInteresses #contruçãocivilrr #parceriasestrategicas #fier
#SRT

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Em maio, Índice Nacional da Construção Civil foi de 1,78%

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) foi de 1,78% em maio, 0,09 ponto percentual abaixo da taxa de abril (1,87%).

As taxas apresentaram alta em todas as regiões, sobretudo no Sudeste (2,07%), devido ao aumento na parcela dos materiais.

O acumulado no ano foi de 8,71% e, nos últimos doze meses, de 18,18%. Em maio de 2020 o índice havia sido de 0,17%.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, passou de R$ 1.363,41 em abril para R$ 1.387,73 em maio, sendo R$ 810,08 relativos aos materiais e R$ 577,65 à mão de obra.

A parcela dos materiais subiu 2,66%, variação 0,48 ponto percentual menor que a do mês anterior (3,14%). Em relação a maio de 2020, (0,19%), houve aumento de 2,47 pontos percentuais.

Já a parcela da mão de obra subiu 0,58%, com alta de 0,40 ponto percentual em relação a abril (0,18%) e de 0,44 ponto percentual se comparado a maio do ano anterior (0,14%). Puxaram essa alta os dissídios coletivos homologados no Rio de Janeiro e Distrito Federal, No ano, as altas acumuladas foram de 14,03% (materiais) e de 2,04% (mão de obra). Em doze meses, os acumulados chegaram a 31,58% (materiais) e 3,44% (mão de obra).

Região Sudeste registra maior variação mensal

Com a alta da parcela dos materiais em todos os estados, e o acordo coletivo registrado no Rio de Janeiro, a Região Sudeste teve a maior variação regional em maio, 2,07%.

As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 1,16% (Norte), 1,90% (Nordeste), 1,14% (Sul), e 1,69% (Centro-Oeste).

Os custos regionais, por metro quadrado, foram: foram: R$ 1.367,38 (Norte); R$ 1.318,11 (Nordeste); R$ 1.441,87 (Sudeste); R$ 1.438,67 (Sul) e R$ 1.352,93 (Centro-Oeste).

Rio de Janeiro lidera as altas com variação de 3,73%

Entre os estados, o Rio de Janeiro apresentou a maior variação mensal, 3,73%, também influenciado pela alta na parcela dos materiais e o acordo coletivo. Em seguida veio a Bahia, com 2,95%, que registrou a maior taxa na parcela dos materiais (4,94%).

O SINAPI, criado em 1969, tem como objetivo a produção de informações de custos e índices de forma sistematizada e com abrangência nacional, visando a elaboração e avaliação de orçamentos, como também acompanhamento de custos.


Por: Agência IGBE Notícias
Editoria: Estatísticas Econômicas

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Construção Civil gerou mais de meio milhão de empregos com carteira assinada desde os primeiros meses da pandemia

A Construção Civil manteve trajetória positiva no mercado de trabalho. O setor, que possuía 1,926 milhão de trabalhadores com carteira assinada em junho/20, apresentou em abril de 2022 um salto para 2,428 milhões, de acordo com dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta segunda-feira (6), pelo Ministério do Trabalho. Segundo a economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos, os dados apontam que desde os primeiros meses da pandemia, o setor já gerou mais de meio milhão de novas vagas com carteira assinada. “Esse resultado demonstra a força da Construção para impulsionar a economia nacional”, disse.

Desde junho de 2020, com exceção dos meses de dezembro de 2020 e dezembro de 2021, que são sazonais, o setor vem registrando desempenho positivo na criação de novos empregos com carteira assinada. Em abril deste ano, foram criadas 25.341 novas vagas.

Ainda de acordo com a economista, desagregando por segmento, de julho 2020 a abril de 2022, observa-se que do total de 501.769 novas vagas geradas pelo setor, 40,7% foram na construção de edifícios (204.232), os serviços especializados para a Construção foram responsáveis por 37,90% (190.183) e as obras de infraestrutura por 21,40% (107.354 novos empregos). “Apesar do resultado satisfatório, a queda dos lançamentos imobiliários registrada no primeiro trimestre do ano preocupa o setor. Para que o mercado se mantenha dinâmico, o ciclo de novos negócios precisa estar em constante renovação”, apontou a economista da entidade.

A especialista também destacou que o resultado do mês de abril deste ano (25.341 novas vagas) superou o registrado em igual mês do ano anterior (22.390). “Além disso, ele também superou o saldo registrado em março de 2022 (18.933). Desagregando por segmento, observa-se que, em abril de 2022, mais uma vez se destacaram as novas vagas criadas pela Construção de Edifícios (12.620) e Serviços Especializados para a Construção (10.276). As obras de infraestrutura também contabilizaram resultado positivo: 2.445 novos postos de trabalho no setor”, explicou.

Clique aqui e leia o informativo na íntegra:

https://cbic.org.br/wp-content/uploads/2022/06/informativo-economico-caged-abril-20221.pdf
Por: Agência CBIC

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Aço representa maior peso entre aumento de custos da construção, diz estudo

O aço foi o material que mais impactou no aumento total do custo das obras. Segundo estudo elaborado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), no período de julho de 2020 a julho de 2021, esse material alcançou cerca de 73% da elevação no custo da construção de uma ponte, por exemplo. Entre julho de 2020 e janeiro de 2022, o aço chegou a representar cerca de 59% do aumento total deste projeto, somando o impacto de todas as bitolas do CA 50 com a tela e aço CA 60.

O levantamento da CBIC analisou a curva ABC de insumos em diferentes tipos de obras no estado de São Paulo, utilizando o Sistemas Nacionais de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi). Os projetos analisados foram: uma Unidade Básica de Saúde, com cerca de 285 metros quadrados; um prédio de quatro andares de apartamentos, sem elevador e com 808 metros quadrados; e uma obra de arte especial, que envolve construções de infraestrutura, como ponte. A conclusão apontou que, em todos os projetos, o aço foi o material que mais teve aumento. O estudo utilizou como referência os preços retratados pelo Sinapi e pelo Sistema de Custos Referenciais de Obras (Sicro).

No comparativo dos estudos, considerando os períodos de 12 e 18 meses, é possível perceber o peso ainda maior do aço nos aumentos das construções de julho de 2020 a julho de 2021. No segundo semestre de 2021, ocorre uma redução dos preços praticados pelas siderúrgicas, o que coincide com a importação de aço da Turquia. Contudo, a partir de janeiro deste ano o preço do aço voltou a registrar aumento.

“O aumento do custo de construção impede hoje o acesso de milhares de famílias à casa própria, a locais de atendimento de saúde, à infraestrutura urbana. Nosso estudo mostrou que em uma habitação, por exemplo, um terço do acréscimo teve um único componente, o aço. Ou damos um choque de oferta ou os brasileiros continuarão com acesso precário a moradias e a tantas outras coisas”, disse o presidente da CBIC, José Carlos Martins.

Considerando julho de 2020 e julho de 2021, em um bloco de quatro pavimentos sem elevador, o aço representou cerca de 34% do aumento total. Já entre julho de 2020 a janeiro de 2022, o aço atingiu quase 22% do aumento total.

No custo da obra de uma UBS, no período de julho de 2020 a janeiro de 2022, o aço representou 19% da elevação no custo. No período de julho de 2020 a julho de 2021, esse insumo alcançou cerca de 29% do aumento total deste projeto.

Na tentativa de amenizar o problema de custos excessivos, empresas da indústria da construção se movimentam para retomar a importação de aço da Turquia. A ação foi realizada por meio da Coopercon-SC e outras cooperativas.

Clique aqui e baixe o gráfico. https://cbic.org.br/wp-content/uploads/2022/05/graficosdemonstrativos-geral1.pdf

Por: Agência CBIC

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CONSTRUÇÃO CIVIL

01 de Maio – DIA DO TRABALHADOR

Um dia é pouco para enaltecer quem dedica a vida ao trabalho.✍🏽
Todo o nosso respeito e a nossa admiração, especialmente pelos trabalhadores da construção civil, que dia após dia constroem o desenvolvimento e o futuro do Brasil e de Roraima.👷‍♂️👷🏻‍♀️
#sindusconrr #trabalhadordacontrucaocivil
#diadotrabalhador

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NOTA DE PESAR