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CONSTRUÇÃO CIVIL

32 ANOS atuando na defesa dos interesses das Indústrias da Construção Civil em Roraima

O Sinduscon-RR ao longo destas mais de três décadas tem atuado fortemente na representação da indústria da construção civil no estado, contribuindo significativamente para o desenvolvimento econômico social de Roraima. Este é o trabalho da entidade que completa 32 anos de história neste dia 14 de setembro.

Ela foi criada em 11 de fevereiro de 1982 como Associação dos Empresários da Indústria da Construção Civil do Estado de Roraima e em 14 de setembro de 1990 passou a ser denominada como Sindicato da Indústria da Construção Civil de Roraima (Sinduscon-RR). No dia 31 de julho de 1991 foi reconhecido pelo Ministério do Trabalho como “entidade sindical”.

O Sinduscon-RR é filiado à Câmara Brasileira da Indústria (CBIC), entidade que desde 1993 tem sido uma grande parceira dos trabalhos desenvolvidos pelo sindicato. A nível regional é filiado e sócio fundador da Federação das Indústrias do Estado de Roraima (FIER), parceira de longos anos, que tem apoiado o sindicato em diversas frentes, principalmente na defesa de interesse. Conta ainda com a parceria estratégica das instituições que compõem o Sistema FIER (SESI, SENAI e IEL).

A gestão do Presidente, Clerlânio Holanda, priorizou a representatividade em eventos de importância estratégica para o setor, a nível nacional e regional, fortalecendo a base de associados, com a inserção de novos membros, melhoria de espaço físico, consolidação de parcerias, dando visibilidade as ações da entidade, divulgando indicadores de custos da construção local e fortalecendo a relação com o sindicato laboral e também de empresas e trabalhadores.

Junto aos órgãos públicos, tem buscado reduzir a burocracia, dar celeridade a processos aos quais as empresas da construção civil em Roraima são submetidas e aumentar a credibilidade deste setor empresarial no relacionamento com todas as partes interessadas.

“A construção civil apesar das dificuldades, vem crescendo e impulsionando o mercado local e nacional na geração emprego e aumentando a participação no PIB. Esta sequência de pontos positivos mostram a importância do setor para o país”, afirmou o Presidente Clerlânio Holanda.

Conheça a diretoria do Sinduscon-RR:

Presidente: Clerlânio Fernandes de Holanda
Vice-presidente: Veronildo da Silva Holanda
1ºTesoureiro: Francisco Pereira
2ºTesoureiro: Eloy Júnior
1ºSecretário: Edgilson Dantas
2º Secretário: Ítalo Aguiar

CONSELHO FISCAL

José Fonseca Guimarães – Titular do Conselho Fiscal
José Geraldo de Andrade – Titular do Conselho Fiscal
Kerverson das Chagas Holanda – Suplente do Conselho Fiscal
Edson Teles Barros – Titular do Conselho Fiscal
Luis Eduardo Trajano Santos -Suplente do Conselho Fiscal
Antônio Vieira Lobo – Suplente do Conselho Fiscal

DELEGADOS JUNTO A FIER

Clerlânio Fernandes de Holanda – 1º Titular junto a FIER
Veronildo da Silva Holanda – 2º Titular junto a FIER
Edgilson Dantas Santos – 1º Suplente junto a FIER
Ítalo Regis Aguiar – 2º Suplente junto a FIER



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CONSTRUÇÃO CIVIL

Parabéns SINDUSCON-RR! Há 31 anos aprimorando o segmento da construção civil em Roraima.

É impossível pensar em desenvolvimento sem pensar na indústria da construção civil.
Por este motivo, há 31 anos, estamos engajados em ações que representam, defendem e fortalecem as empresas responsáveis pelo crescimento do nosso estado.

A você, que faz parte dessa história, nosso muito obrigado!

#Sinduscon #SindusconRR #ConstrucaoCivil #Desenvolvimento #Roraima

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CONSTRUÇÃO CIVIL

SINDUSCON/RR está funcionando em novo endereço

A diretoria do SINDUSCON/RR se reuniu nessa quinta dia 20/05, no seu novo endereço, um espaço mais amplo e confortável para receber os associados e o público em geral. Segundo o Presidente, Clerlânio Holanda, esse espaço é mais uma das ações que estão sendo desenvolvidas pela nova gestão. O novo endereço funciona na Rua Professor Diomedes Souto Maior, 84/1 – Centro.

Foto SINDUSCON/RR


Empresários:  Veronildo Holanda, Edgilson Dantas, Luis Eduardo, Ítalo Aguiar, Eloy  Santos, Clerlânio Holanda, Francisco Pereira e Vinicius  Pereira

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NOTÍCIAS DA CONSTRUÇÃO CIVIL - NACIONAL

CBIC avalia resultado de pesquisas para eleição presidencial

Importante debate sobre a eleição presidencial de 2022, com a participação do diretor-presidente do Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, foi destaque da reunião do Conselho de Administração da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) desta quinta-feira (13), via plataforma Zoom. A reunião também tratou de questões referentes a ações legislativas para atender as demandas do setor.

Com mais de 70 participantes da construção civil, o encontro virtual contou ainda com a presença de representantes de entidades do setor de Energia.

Eleição antecipada
Ao fazer uma leitura do momento político atual, no que se refere à eleição presidencial de 2022, o executivo ressaltou que, com base nas pesquisas dos institutos Paraná Pesquisas, Atlas Político, XP/Ipespe, Datafolha e o PoderData, nos últimos sete dias, a eleição está equilibrada. “A eleição no Brasil foi antecipada”, diz.

“Se a eleição fosse no próximo domingo, estaria bem equilibrada. Teria 50% de chance de vitória do presidente Jair Bolsonaro e 50% do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas o que vai definir é a situação econômica”, disse.

Na avaliação do executivo, “bolso cheio elege o presidente e bolso vazio tira o presidente”. Se a economia chegar bem no segundo semestre de 2022, mesmo que apenas com o auxílio emergencial, Bolsonaro chegará bem e ganhará”, frisa.

“É preocupante que o assistencialismo defina a eleição no País, em detrimento dos projetos do governo”, lamenta o vice-presidente da CBIC, José Irenaldo Quintans.

Ações Legislativas
Pensando não apenas no futuro da construção, mas no futuro do Brasil, o presidente da CBIC, José Carlos Martins, destacou os temas da Agenda da Construção de 2021 a 2023.



Todos eles serão abordados nos ‘Quintas da CBIC’ das próximas semanas, com a participação de parlamentares que estão cuidando dos assuntos no Congresso Nacional, como os da Reforma Administrativa e da Reforma Tributária, que serão tratados nesta quinta-feira, a partir das 17h.

Os temas da agenda foram apresentados pelo coordenador de Relações Institucionais da CBIC, Luis Henrique Cidade, e comentados pelo vice-presidente da CBIC, José Eugênio Gizzi, que informaram a forma de atuação da entidade sobre cada um deles.

POR: AGÊNCIA CBIC

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Mercado imobiliário continua ativo, apesar da pandemia da Covid-19

AGÊNCIA CBIC

30/04/2021

Cerca de 50 empresários do setor da construção participaram nesta sexta-feira (30), via Zoom, da reunião de Rodada de Negócios da Comissão da Indústria Imobiliária (CII) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), coordenada pelo presidente Celso Petrucci.

Apesar do cenário de pandemia da Covid-19, Petrucci ressaltou que o mercado imobiliário continua ativo no País. “O financiamento imobiliário do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) já alcançou números anualizados que são os maiores em todos os tempos. Nos últimos 12 meses, o SBPE financiou R$ 148 bilhões. A grande preocupação são os financiamentos do Casa Verde e Amarela”, disse.

Sobre as ações iniciadas em 2018, entre a CBIC, a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) e a B3 (Bolsa do Brasil), para o desenvolvimento de uma Central de Recebíveis com o intuito de melhorar a relação dos bancos com as incorporadoras/loteadoras, no que se refere à Gestão de Recebíveis oriundos do Plano Empresário, o gerente de produtos da B3, Gustavo Corradini, apresentou as novas funcionalidades da Plataforma Imobiliária Gestão de Recebíveis a partir de maio.

A Central visa facilitar a conexão entre as incorporadoras e os agentes financiadores. O sistema organiza, controla e aumenta a transparência do fluxo dos recebíveis de imóveis vendidos na planta. Por meio da plataforma, que centraliza todas as informações sobre a evolução dos recebíveis, a incorporadora não precisa informar os agentes financiadores de forma independente.

Dentre os benefícios da plataforma: gestão do Plano Empresário, antecipação à regulação, otimização operacional, vitrine de empreendimentos, emissão de boletos facilitada, índices de reajuste, aplicativo Mobile para clientes, credibilidade B3, plataforma para assinatura de VV e fluxo de repasses.

A gestão de recebíveis terá um custo de R$ 3 mensais por unidade cadastrada na plataforma. Para o conjunto de 100 unidades cadastradas, a cobrança mensal será de R$ 300 referente as unidades cadastradas durante o período de obra.

Também participaram da reunião, pela B3, Bruna Machado e Bernardo Ramos.

Veja mais sobre o produto na apresentação da B3

Concorrência desleal na comercialização de empreendimentos

O presidente da Associação Sergipana dos Empresários de Obras Públicas e Privadas (Aseopp), Luciano Franco Barreto, alertou o setor quanto ao modelo ilegal de incorporação e loteamento imobiliário que está sendo praticado em Sergipe, com a venda de imóveis via cooperativas.

O advogado da Aseopp e membro do Conjur/CBIC, Pedro Celestino, destacou que se trata da prática de oferta pública de unidades futuras sem o registro do memorial de incorporação. São incorporadoras travestidas de associações que fazem oferta pública de imóveis sem preencher os requisitos de lei, bem como oferta falsa aos adquirentes na publicidade dos imóveis.

Já foram lançadas mais de 2 mil unidades no Estado nesse formato, em concorrência desleal na comercialização de empreendimentos.

“Não se trata de cooperativa, que é lícita e regular. É formação de condomínio voluntário sem incorporação imobiliária”, mencionou Abelardo Campoy, informando que o assunto já foi tratado no âmbito do Conselho Jurídico da CBIC e condenado por seus membros.

Resultados e Perspectivas do Mercado Imobiliário

Petrucci informou que a CBIC apresentará o Balanço do Mercado Imobiliário do 1º trimestre de 2021 no dia 24 de maio, durante coletiva de imprensa.

Sobre o mercado, o sócio-diretor da Brain Inteligência Estratégica, Fábio Tadeu Araújo, disse que a expectativa é de que 2021 seja recorde em financiamento imobiliário via SBPE.

No primeiro trimestre do ano foram financiados R$ 43 bilhões pelo SBPE, alta de 112,8% em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado de 12 meses, os empréstimos destinados à aquisição e construção de imóveis somaram R$ 146,81 bilhões (alta de 76,1%).

No mesmo período, foram financiados, com recursos da poupança do SBPE, 187,6 mil imóveis (casas ou apartamentos), resultado 137,3% superior ao do 1º trimestre de 2020.

Nos últimos 12 meses (abril/2020 a março/2021), os financiamentos viabilizaram a aquisição e a construção de 535,3 mil imóveis, alta de 70,8% em relação aos 12 meses anteriores, quando 313,4 mil foram beneficiadas pelo crédito imobiliário do SBPE.

Quanto ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), Fábio Tadeu destaca queda de investimento. No acumulado de 12 meses (abril/2020 a março/2021), os financiamentos concedidos com recursos do FGTS somaram R$ 48,3 bilhões (queda de 9,8%). Nos últimos 12 meses (abril/2020 a março/2021), os financiamentos viabilizaram 368,6 mil imóveis, queda de 16,1% em relação aos 12 meses anteriores (439 mil unidades).

Rodada de Mercado

Na Rodada de Mercado, representantes de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Maranhão, Goiânia, Piauí e Maringá reforçaram que há um movimento forte nas vendas de imóveis, novos e usados. No entanto, destacaram que o aumento dos insumos e o agravamento da pandemia da Covid-19 são questões que estão sendo avaliadas para a definição de lançamento de novos empreendimentos.

A próxima reunião da Comissão da Indústria Imobiliária será em julho.

Os assuntos tratados na reunião têm interface com o projeto ‘Melhorias do Mercado Imobiliário’ realizado pela CII/CBIC, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional).

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Construção civil reduz ritmo de contratações em março

AGÊNCIA CBIC 28/04/2021


A construção civil que, nos primeiros dois meses do ano criou mais de 44 mil novas vagas mensais, reduziu esse patamar para 25.020 em março. Ou seja, o setor reduziu o ritmo de suas contratações e aumentou o ritmo de demissões.

Os dados são do Novo Caged, divulgados nesta quarta-feira (28) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia.

O resultado é justificado pela redução do nível de atividades. “Esse é mais um reflexo do estrago que está sendo feito pelo desabastecimento e aumento expressivo nos preços dos insumos”, destaca a economista do Banco de Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos.

Em março, o número de admissões na construção foi 161.072 (o menor número do ano). Já as demissões totalizaram 136.052 trabalhadores, o maior número do ano.

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CONSTRUÇÃO CIVIL

NOTA À IMPRENSA – SOBRE VETO NO ORÇAMENTO DE 2021

AGÊNCIA CBIC
23/04/2021
“A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e todas as suas entidades associadas veem com muita preocupação e perplexidade o corte realizado nas verbas do Orçamento de 2021 para dar continuidade às obras da faixa 1 do programa Casa Verde e Amarela.

Com o veto, que praticamente zera as despesas que estavam reservadas ao Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), serão paralisadas as obras de 250 mil casas que hoje estão em construção no país. O montante emprega diretamente em torno de 250 mil pessoas e outras 500 mil entre empregos indiretos e induzidos.

No momento que o Brasil atravessa, com tantos desafios impostos em decorrência da pandemia, esse corte não estava previsto em lugar algum.

Agora, confiamos na sensibilidade do Congresso Nacional, para que possa reverter essa situação urgentemente. E que, assim, não se inicie uma imensa onda de demissões no setor, já extremamente afetado pelos aumentos nos preços dos insumos, que impactam seriamente seus contratos, que têm preço fixo”, José Carlos Martins, presidente da CBIC.

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CONSTRUÇÃO CIVIL

SINDUSCON/RR GANHA O 1° LUGAR DO PRÊMIO MÉRITO SINDICAL DA FIER – EDIÇÃO 2020

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de Roraima (SINDUSCON/RR) consagrou-se vencedor em primeiro lugar no Prêmio Mérito Sindical – Edição 2020. A solenidade de premiação, foi realizada no dia (24.03), na sede da FIER.

Foto: ASCOM SESI/RR  

Foto: ASCOM SESI/RR
Presidente do SINDUSCON – Clerlânio Holanda, a Presidente da FIER – Izabel Itikawa e o Vice-presidente do SINDUSCON – Veronildo Holanda

O Prêmio é uma iniciativa da Federação das Indústrias do Estado de Roraima (FIER) que realiza a cada 2 (dois) anos, o Prêmio Mérito Sindical, e tem como objetivo reconhecer e valorizar as iniciativas desenvolvidas pelas lideranças sindicais, com vistas à promoção do associativismo, fortalecimento e defesa de interesses dos segmentos industriais organizados.

Os ganhadores, recebem a premiação até o terceiro lugar atendendo aos critérios estabelecidos com base nas diretrizes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), por meio do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA), considerando três áreas de atuação: Sindicato Legal, Fortalecimento Sindical e Associativismo Sindical. Segundo o Presidente Clerlânio Holanda, essa premiação é o reconhecimento das boas práticas que o SINDUSCON/RR vem executando ao logo dos anos.

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CONSTRUÇÃO CIVIL

SINDUSCON/RR reforça a campanha: “Construção contra a corona vírus – não vamos baixar a guarda”.

A Campanha ‘Construção contra o coronavírus – não vamos baixar a guarda’, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas da (CPRT) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), disponibilizou aos sinduscons em todo Brasil, um kit contendo máscara e adesivos da campanha para ser disseminado no setor.
A iniciativa conta ainda, com o apoio do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional).
A campanha visa incentivar toda a comunidade da construção civil, empresários e trabalhadores a manterem os protocolos e cuidados que se mostraram exitosos com relação aos casos de covid relacionados ao setor.
Desde o início da pandemia da Covid-19, o SINDUSCON/RR vem reforçando as medidas de cuidado dentro dos canteiros, a fim de proteger o trabalhador, e manter ativo o setor.
Nesse contexto, o SINDUSCON/RR distribuiu aos trabalhadores da construção civil, máscaras de proteção facial e adesivos para capacete aos empresários e trabalhadores reforçando iniciativa da (CBIC). Conforme o Presidente do sindicato, Clerlânio Holanda, o momento requer o reforço constante nas medidas de prevenção para não baixar a guarda, mesmo com o início da campanha de vacinação do país, os cuidados devem continuar.

empresa Eletrowoltes

KIT máscara e adesivo – CBIC
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CONSTRUÇÃO CIVIL

CAGED: construção civil volta a registrar números positivos

A construção civil tem liderado a geração de empregos no país e já se tornou um dos principais responsáveis por impulsionar a economia do Brasil durante a pandemia provocada pelo novo coronavírus.

Dados do novo CAGED, divulgados pela Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia, a Construção Civil, em 2020, foi o setor que mais gerou novas vagas com carteira assinada no País. No total, foram contabilizados 112.174 novos postos de trabalho formais no setor, resultado da diferença entre 1.570.835 admissões e 1.458.661 demissões.

O fechamento líquido de 67.906 vagas de trabalho com carteira assinada em dezembro, foi puxado pela construção civil no mês, com o encerramento de 43.032 postos formais.

Em Roraima, não foi diferente, o setor liderou o número de empregos em 2020, com o saldo 1.699 novos postos no setor da construção civil.

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Empresas buscam repactuação de contratos com a Administração Pública

AGÊNCIA CBIC
18/11/2020


As construtoras de Roraima têm enfrentado diariamente o desafio de honrar os compromissos assumidos antes da pandemia da Covid-19. Isto porque, principalmente no que se refere aos contratos de obras públicas, os valores dos insumos básicos aumentaram numa proporção sem precedentes desde abril, superando os índices nacionais de inflação registrados este ano, conforme pesquisa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Destaque para o cimento que, no início do ano custava em média R$ 32,00 e passou para R$ 50,00 o saco de 42,5 kg. Mas, houve aumento também no preço do tijolo, cobre e alumínio, que estão na lista dos itens mais utilizados.

No Estado, segundo o Sindicato das Indústrias de Construção Civil do Estado de Roraima (Sinduscon-RR), as obras contratadas pelos Governos Federal, Estadual e Municipal, representam o maior volume das obras e essa diferença de preços entre o que foi previsto e o que de fato está sendo praticado atualmente, pode impedir a conclusão das obras, o atraso nos cronogramas, gerar desligamento de colaboradores e afetar a população em geral, que depende das estruturas que estão em construção.

“O fato de haver um aumento no preço dos materiais durante a execução das obras é bastante comum, mas isso geralmente acompanhava a inflação do período, o que é perfeitamente possível de ser absorvido pelas empresas. Mas, chegamos a um ponto em que a alta foi muito além destes percentuais e, mesmo com todo o empenho e compromisso, é impossível continuar com o trabalho sem que haja um reequilíbrio econômico-financeiro destes contratos”, explica o presidente do Sinduscon-RR, Clerlânio Holanda.

Reunião com representantes da Caixa (Foto: divulgação Sinduscon/RR)

Buscando um canal de diálogo que resulte na repactuação dos termos dos contratos e convênios, respeitando os requisitos legais e visando o reequilíbrio econômico-financeiro, o sindicato tem reunido representantes do Governo Estadual, Prefeitura de Boa Vista e Caixa Econômica Federal para avaliarem o cenário, identificando, nos contratos vigentes, quais dos itens orçados foram afetados pela elevação de preços.

“Com essa sinalização positiva por parte da Caixa Econômica, Governo de Roraima e Prefeitura de Boa Vista, as empresas que estão executando obras públicas podem procurá-los, de acordo com a natureza dos seus contratos, para realizar os ajustes necessários a atualização dos valores dos insumos, apresentando as pesquisas de mercado que demonstrem os valores atuais praticados pelos fornecedores. Avaliamos que, desta forma, o Sinduscon-RR exerce o seu papel para que o setor da construção possa continuar as suas atividades gerando ganhos para a sociedade, seja na entrega de infraestrutura e habitações, bem como na geração de empregos e fortalecimento da economia”, destaca Clerlânio.


Reunião com a Prefeitura de Boa Vista (Foto: divulgação do Sinduscon/RR)

As empresas que quiserem obter mais informações podem acessar o site da CBIC e consultar informações gerais e específicas sobre o assunto, como uma Cartilha de Perguntas e Respostas, Parecer Jurídico, Minuta de Ofício para a Administração Pública e reportagens. Também podem entrar em contato com o Sinduscon pelos telefones (95) 3224-0350 ou (95) 99130-3336.

Construção civil em Roraima
No Estado, a construção civil é responsável por 65,2% da composição do PIB da Indústria de Roraima, que corresponde a cerca de 8% do PIB Estadual e foi a atividade que mais ganhou participação na indústria local: aumentou 13,5 pontos percentuais entre 2007 e 2017, de acordo com o Perfil da Indústria nos Estados, elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

No que se refere aos postos de trabalho, são mais de 2.500 empregos diretos, podendo ultrapassar a marca de 4 mil, se considerarmos os empregos indiretos gerados em toda a cadeia da construção, de acordo com os dados do CAGED/Ministério da Economia.

(Com informações do Sinduscon-RR)

Reunião o Governo de Roraima/SEINF (Foto: Bisto/Seinf/RR)


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CONSTRUÇÃO CIVIL

SINDUSCON -RR abre caminho para empresas de construção buscarem a repactuação de contratos com a Administração Pública

Desde meados de março, quando a pandemia da COVID-19 chegou a Roraima, a economia local passou a sentir as consequências da interrupção ou da redução da atuação das empresas e, desde então, vem buscando recuperar as perdas registradas no período. Mas, para alguns setores, como o da construção civil, que desenvolve atividades consideradas essenciais, a continuidade do trabalho não impediu que surgissem problemas capazes de comprometer a o desempenho do setor, caso não fossem de imediato resolvidos.

Hoje, as construtoras enfrentam o desafio diário de honrar os compromissos assumidos antes da pandemia. Isto porque, principalmente no que se refere aos contratos de obras públicas, os valores dos insumos básicos aumentaram numa proporção sem precedentes desde abril, superando os índices nacionais de inflação registrados este ano, conforme aponta uma pesquisa realizada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção – CBIC .

Em uma análise realizada pelo Sindicato das Indústrias de Construção Civil do Estado de Roraima, isto pode ter ocorrido pela falta de oferta de materiais no mercado local, em decorrência do fechamento de fábricas; a alta do dólar estimulando a exportações e reduzindo o fornecimento de insumos para o mercado interno, e o custo do frete que também acompanha essa tendência. Entre eles, podemos destacar o cimento que, no início do ano custava em média R$ 32,00, passou para R$ 50,00 o saco de 42,5 kg. Mas, houve aumento também no preço do tijolo, cobre e alumínio, que estão na lista dos itens mais utilizados.

A construção civil é responsável por 65,2% da composição do PIB da Indústria de Roraima, que corresponde a cerca de 8% do PIB Estadual e foi a atividade que mais ganhou participação na indústria do Estado: aumentou 13,5 pontos percentuais entre 2007 e 2017, de acordo com o Perfil da Indústria nos Estados, elaborado pela Confederação Nacional da Indústria – CNI.

No que se refere aos postos de trabalho, são mais de 2.500 empregos diretos, podendo ultrapassar a marca de 4 mil, se considerarmos os empregos indiretos gerados em toda a cadeia da construção, de acordo com os dados do CAGED/Ministério da Economia.

Nesse contexto, as obras contratadas pelos Governos Federal, Estadual e Municipal, representam o maior volume das obras e essa diferença de preços entre o que foi previsto e o que de fato está sendo praticado atualmente, pode impedir a conclusão das obras, o atraso nos cronogramas, gerar desligamento de colaboradores e afetar a população em geral, que depende das estruturas que estão em construção.

“O fato de haver um aumento no preço dos materiais durante a execução das obras é bastante comum, mas isso geralmente acompanhava a inflação do período, o que é perfeitamente possível de ser absorvido pelas empresas. Mas, chegamos a um ponto em que a alta foi muito além destes percentuais e, mesmo com todo o empenho e compromisso, é impossível continuar com o trabalho sem que haja um reequilíbrio econômico-financeiro destes contratos”, explica o Presidente do SINDUSCON-RR, Clerlânio Holanda.

Para resolver este problema, o sindicato decidiu convidar os representantes do Governo Estadual, Prefeitura de Boa Vista e Caixa Econômica Federal, para avaliarem este cenário identificando, nos contratos vigentes, quais dos itens orçados foram afetados por essa elevação de preços que excede as médias aceitáveis. Foram três reuniões coordenadas pelo SINDUSCON, com cada uma das instituições e, após a análise das informações e dos dados, foi aberto um importante canal de diálogo que poderá resultar na repactuação dos termos dos contratos e convênios, respeitando os requisitos legais e visando o reequilíbrio econômico-financeiro.

“Com essa sinalização positiva por parte da Caixa Econômica, Governo de Roraima e Prefeitura de Boa Vista, as empresas que estão executando obras públicas podem procurá-los, de acordo com a natureza dos seus contratos, para realizar os ajustes necessários a atualização dos valores dos insumos, apresentando as pesquisas de mercado que demonstrem os valores atuais praticados pelos fornecedores. Avaliamos que, desta forma, o SINDUSCON-RR exerce o seu papel para que o setor da construção possa continuar as suas atividades gerando ganhos para a sociedade, seja na entrega de infraestrutura e habitações, bem como na geração de empregos e fortalecimento da economia”, destaca Clerlânio.

As empresas que quiserem obter mais informações podem acessar o site da Câmara Brasileira da Indústria da Construção-CBIC https://cbic.org.br/cbic-instrui-setor-sobre-como-buscar-o-reequilibrio-de-contratos/ e consultar informações gerais e específicas sobre o assunto, como uma Cartilha de Perguntas e Respostas, Parecer Jurídico, Minuta de Ofício para a Administração Pública e reportagens. Também podem entrar em contato SINDUSCON pelos telefones 3224-0350 ou 99130-3336.

Reunião Caixa/RR – foto aquivo Sinduscon-RR
Reunião Governo de Roraima/ SEINF – foto Bispo/SEINF
Reunião Prefeitura de Boa Vista/SMO – foto arquivo Sinduscon-RR
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ENIC2020 Encontro Nacional da Indústria da Construção, Brasília/DF, nos dias 02 e 03/12.

O maior evento da América Latina!
O ENIC – Encontro Nacional da Indústria da Construção, na sua 92ª edição, é o maior evento do setor e é realizado com apoio e patrocínio das indústrias e empresas de serviços com parceria dos sindicatos, associações da construção civil e associações que compõem a coalizão.

O ENIC é reconhecido como o mais importante fórum de debates dos temas estratégicos e da agenda nacional da construção, assim como espaço preferencial para a realização de negócios, troca de conhecimento e networking.

Pensando sempre nas pessoas e com foco no cuidado e atenção, a CBIC planejou sua 92ª edição para este novo cenário que trouxe tantas transformações para todos nós. Seguindo todos os protocolos de saúde e tendências que emergiram neste período, criamos uma agenda de eventos online que estenderá de julho a dezembro de 2020.
https://www.cbic.org.br/enic92/

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TOMA POSSE A NOVA DIRETORIA SINDUSCON-RR, TRIÊNIO 2020-2023

A nova diretoria eleita do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de Roraima (SINDUSCON/RR), tomou posse no dia 01 de outubro, na sede da Federação das Indústrias do Estado de Roraima (FIER).

 A nova gestão terá como presidente, o empresário da construção civil, o engenheiro Clerlânio Fernandes de Holanda, eleito por aclamação em agosto de 2020, e assume o sindicato para o mandato de 2020 a 2023.

Na ocasião, o presidente eleito, Clerlânio Holanda, fez um agradecimento a diretoria anterior, em especial ao presidente Rivaldo Neves, pelos anos em que esteve à frente do sindicato e pelas suas conquistas, bem como de sua diretoria; e enfatizou que o principal desafio é enfrentar a atual crise econômica, porém, com a bandeira da retomada do crescimento, do desenvolvimento contínuo e sustentável, sempre com a construção civil como mola da economia, gerando emprego e renda, promovendo o desenvolvimento urbano e cumprindo sua mais valiosa função social, a moradia com qualidade de vida.

Nova Diretoria

Presidente: Clerlânio Fernandes de Holanda

Vice-presidente:  Veronildo da Silva Holanda

1° secretário: Edgilson Dantas Santos

2° secretário: Ítalo Regis Pereira Aguiar

1° tesoureiro: Francisco Pereira da Silva

2° tesoureiro: Eloy José dos Santos Júnior

Conselho Fiscal Titulares

José Fonseca Guimarães

Edson teles barros

José Geraldo de Andrade

Conselho Fiscal Suplentes

Kerverson das chagas Holanda

Luis Eduardo Trajano santos

Antônio vieira lobo

Delegados junto a federação das indústrias do estado de Roraima – FIER

Titulares

Clerlânio Fernandes de Holanda

Rivaldo Fernandes neves

Suplentes

Veronildo da silva Holanda

Edgilson Dantas santos   

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SINDUSCON-RR e SINTRACOMO-RR FINALIZAM AS NEGOCIAÇÕES COLETIVAS

Mesmo diante das turbulências que vive o país, em especial no campo econômico, o sindicato patronal e laboral da construção civil do Estado de Roraima, encerraram as discussões referentes aos reajustes salariais da categoria 2020/2021. Foram duas reuniões para as negociações, que se enceraram com o reajuste 2% para os pisos da categoria. O vice-presidente, Clerlânio Holanda, destacou que neste ano a negociação contemplava apenas as cláusulas econômicas. “Este é um ano difícil para todos em que a situação econômica é desfavorável para empregadores e empregados e também, acreditamos que o percentual negociado foi o possível para manutenção dos empregos e expectativa da retomada do crescimento” destacou Clerlânio.            

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SINDUSCON/RR e SINTRACOMO/RR se reúnem para dar continuidade às negociações coletivas sobre Reajuste Salarial 2020/2021

Dando continuidade as negociações coletivas, o SINDUSCON-RR esteve reunido com o SINTRACOMO-RR, para tratar do Reajuste Salarial, para o período 2020/2021, na tarde desta sexta-feira (28.08), na sede da FIER

Foto arquivo/Sinduscon-RR

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SINDUSCON/RR e SINTRACOMO/RR se reúnem para iniciar as negociações coletivas da cláusula sobre Reajuste Salarial 2020/2021

Com o compromisso de defender as empresas do setor da Construção Civil do Estado de Roraima, o SINDUSCON-RR deu início às tratativas da Convenção Coletiva de Trabalho, referente a cláusula 4ª – Reajuste Salarial, para o período 2020/2021, na tarde desta terça-feira (25.08), na sede da FIER.

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Sinduscon recebe a empresa SM Natureza em reunião de diretoria para conhecer a empresa e firmar parceria

Na tarde dessa quinta-feira, 20 de agosto de 2020, o SINDUSCON – RR, teve a satisfação de receber, em reunião de diretoria, o gerente comercial, da empresa SM Natureza, Paulo Roberto, na sede da FIER.
O objetivo da participação da empresa na reunião ordinária do sindicato foi realizar a apresentação dos serviços da empresa na área de gerenciamento de resíduos sólidos da construção civil. Também foi proposto pelo sindicato a realização de parceria com desconto nos serviços prestados pela SM, aos associados do sindicato.
Mais do que nunca, é hora de somarmos esforços para tornar o descarte adequado de resíduos da construção civil e atender a Lei Municipal 2.004/2019, que estabelece as diretrizes para a implementação do Plano Municipal de Gestão de Resíduos Sólidos de Boa Vista, entrou em vigor no ano passado. A medida atende à política nacional de resíduos sólidos, estabelecida através da lei nº 12.305/2010, que define e ordena processos importantes para a gestão de resíduos sólidos domiciliares, resíduos de construção civil e resíduos de serviços de saúde, entre outros.




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CONSTRUÇÃO CIVIL

CBIC lança radar mensal sobre convenções coletivas da construção civil

AGÊNCIA CBIC


Dos 46 sindicatos do setor da construção civil com data-base de negociação entre janeiro e junho de 2020, apenas 10 assinaram convenções coletivas ou aditivos com previsão de reajustes no período. É o que demonstra o Radar Convenções Coletivas lançado nesta segunda-feira (27) pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), por meio de sua Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT/CBIC). Esta primeira edição do informativo traz dados das negociações referentes às datas-base de janeiro a junho de 2020, cujas convenções coletivas ou aditivos tenham sido firmados.

Por outro lado, 25 sindicatos firmaram instrumentos específicos em razão da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), entre março e junho, a fim de disciplinar situações para a flexibilização de procedimentos e a proteção ao emprego durante o estado de calamidade pública.

O levantamento demonstra que as negociações foram postergadas em virtude das incertezas que ainda pairam sobre a economia em razão da crise sanitária. “Nenhuma das entidades que têm data-base nos meses de fevereiro e abril firmou instrumento normativo com previsão de reajustes ou outras questões que não dizem respeito à pandemia”, aponta o presidente da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, Fernando Guedes Ferreira Filho.

Quanto aos instrumentos que tratam de reajustes salariais, 10 foram firmados de janeiro a junho de 2020 e um sindicato já tinha previsão em sua CCT 2019-2021 que haveria um reajuste correspondente à variação do INPC em janeiro de 2020. Portanto, dos 11 reajustes salariais analisados, quatro foram iguais à inflação (variação do INPC), três acima, dois abaixo da variação do INPC e em duas convenções assinadas não foi concedido reajuste para salários acima do piso.

O Radar Convenções Coletivas, de periodicidade mensal, tem por objetivo dar um panorama geral dos principais dados extraídos das convenções coletivas firmadas pelos sindicatos associados à CBIC e está disponível no site da entidade .

O informativo integra o projeto ‘Monitoramento de Normativos e Dados de SST/RT – Radar Trabalhista’, realizado pela CBIC, por meio da sua Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT), com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional).

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CONSTRUÇÃO CIVIL

CBIC cria cartilha sobre coronavírus, com orientações a empresas

AGÊNCIA CBIC

18/03/2020

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) lançou, nesta quarta-feira (18), a cartilha Coronavírus, que apresenta um resumo sobre o tema para as entidades do setor da construção e para seus associados. O material já está disponível no site da CBIC, no endereço cbic.org.br/publicacoes/.

A publicação foi apresentada durante o evento Diálogos
CBIC: setor e a crise do Coronavírus
, realizado na tarde de hoje, via internet. O documento inclui desde cuidados para identificar os sintomas da doença até orientações sobre direitos de contratados.

“A cartilha reúne informações que devem ser avaliadas nesse momento de pandemia de Covid-19, trazendo os principais alertas para as entidades do setor da construção e para seus associados”, explicou o presidente da CBIC, José Carlos Martins.

O conteúdo está dividido em seis tópicos principais:

      • O que é o coronavírus?
      • Quais os principais sintomas identificados?
      • Como prevenir a disseminação do vírus?
      • Como prevenir a disseminação do vírus no ambiente de trabalho?
      • O que fazer no canteiro de obras?
      • Quais são os direitos dos contratados nos contratos de obras públicas?

A cartilha Coronavírus pode ser atualizada à medida que surgirem novas informações relevantes sobre o tema. Ela foi produzida pelos advogados Erika Albuquerque Calheiros (assessora jurídica e coordenadora do Conselho Jurídico da CBIC), Fernando Vernalha Guimarães (consultor jurídico da Comissão de Infraestrutura da CBIC) e Fernando Guedes Ferreira Filho (vice-presidente de Política de Relações Trabalhistas da CBIC).

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CONSTRUÇÃO CIVIL Construção Civil em Roraima Evento Nacional da Construção Civil

CBIC discute com governo federal estratégias para habitação no Norte

Nos dias 20 e 21 de maio, Boa Vista (RR), será o palco da 1ª Oficina de Trabalho do Programa de Desenvolvimento da Habitação Social no Norte. O evento contará com a presença de autoridades locais, representantes do governo e especialistas do setor de habitação, para discutir e planejar estratégias para o desenvolvimento habitacional na região. O encontro será realizado na sede administrativa Sesc/Senac, rua Dr. Araújo Filho, 947, Centro.

A abertura do seminário ocorrerá no dia 20 de maio, às 14h00, com a presença do Secretário Nacional da Habitação, Hailton Madureira de Almeida, do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Renato Correia, do vice-presidente de Habitação de Interesse Social (CHIS) da entidade, Clausens Duarte, e do presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Roraima (Sinduscon/RR), Clerlânio Holanda.

“Esse evento tem grande importância para a região Norte e o setor da construção, pois vamos discutir soluções novas para ampliar o acesso à moradia na região e melhorar a execução de políticas públicas focadas em habitação de interesse social”, diz o presidente da CBIC. “A iniciativa do governo contempla uma demanda do nosso setor, que apresentamos recentemente, com vistas a dinamizar o setor da construção no Estado”, acrescentou.

Segundo ele, o público-alvo são secretários de habitação e equipe das prefeituras, que terão acesso a cases com boas práticas em torno do melhor uso do solo. Atendendo a um pedido do Ministério das Cidades, a CBIC – em parceria com suas associadas na região Norte, produziu estudo com um diagnóstico e soluções técnicas

Um dos problemas identificados foram questões associadas a licenciamento, burocracia e planos diretores e de uso do solo muito restritivos. “A ideia é estimular os secretários a trabalharem com as boas práticas e reduzir a burocracia com segurança”.

Oficina de trabalho – O primeiro dia de atividades contará com duas mesas de trabalho. A primeira, com início às 14h30, abordará o “Licenciamento dos Empreendimentos de Obras Integrado”, mediada pelo Secretário Nacional da Habitação, Hailton Madureira de Almeida. Participarão como palestrantes Luciana Lobo, Secretária Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente de Fortaleza, e Thiago Ramos Dias, Subsecretário Executivo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Econômico do Rio de Janeiro (SMDUE-RJ), participando virtualmente.

Após um intervalo, será realizada a segunda mesa de trabalho, das 16h30 às 18h00, com o tema “Plano Diretor e Habitação Social”. Esta mesa será mediada por Daniel Sigelmann, Diretor do Departamento de Planejamento e Política Nacional de Habitação da Secretaria Nacional de Habitação, e contará com a participação de Cláudio Bernardes, vice-Presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação ou Administração de Imóveis Residenciais ou Comerciais (Secovi-SP), e Henrique Alvez Luiz Pereira, Vereador de Goiânia (GO).

O segundo dia do seminário, 21 de maio, terá início às 09h00 com a mesa “Minha Casa, Minha Vida – Cidades”, mediada por Ana Paula Peixoto, diretora do Departamento de Provisão Habitacional da SNH. Os palestrantes desta sessão serão Vivianne Sobral Freire Matos, Procuradora Geral do Município de Socorro (SE), e João Daniel, deputado federal (PT-SE).

Após um breve intervalo, às 10h30, será realizada a quarta e última mesa, intitulada “Fomento e Melhoria do Ambiente de Negócios – Oportunidades para a Indústria da Construção Civil”. Mediado por Rodrigo Hideki Hori Takahashi, Diretor Executivo de Fundos de Governo, o painel contará com as apresentações de Ubirajara Marques de Oliveira Neto, do Grupo Servmix Tecnologia e Engenharia, Veronildo Holanda, do Centro Norte Construções (RR), e Eugleuson Santiago, Secretário de Habitação do Estado do Acre.

O evento será encerrado às 12h00 com uma sessão de conclusões e agradecimentos, contando novamente com a participação do Secretário Nacional da Habitação e dos representantes da CBIC e Sinduscon/RR.
Por: Agência CBIC
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NOTÍCIAS DA CONSTRUÇÃO CIVIL - NACIONAL

Conselho de Administração da CBIC discute reforma tributária e FGTS

A regulamentação da reforma tributária e a destinação dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) foram discutidos durante reunião do Conselho de Administração da CBIC, na manhã da quarta-feira. Presidente da entidade, Renato Correia fez um panorama do projeto criado para acompanhar a reforma e convidou as associadas a participarem das discussões. A iniciativa foi detalhada pelo vice-presidente Jurídico da CBIC, Fernando Guedes. “Estamos saindo da fase de discussões e partindo para a ação. A participação de todos é imprescindível, pois a solução pode variar em cada região do país”, destacou.

Coordenador de Relações Institucionais da CBIC, Luis Henrique Cidade, fez um relato sobre o andamento do Projeto de Lei Complementar 68/2024, que institui o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS). Presente à reunião, o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) declarou-se otimista com a tramitação da reforma tributária e sinalizou a realização de uma reunião técnica para discutir o tema com o setor da construção.

Durante a reunião, a consultora técnica da CBIC, Maria Henriqueta Arantes, atualizou o quadro sobre o orçamento do FGTS para 2024 e alertou para a velocidade crescente, semana a semana, do consumo de recursos do Fundo para aquisição de imóveis usados, em detrimento de imóveis novos. Para ela, os novos empreendimentos devem ser vistos como prioridade. “Sabemos que imóveis novos geram empregos formais e retroalimentam o Fundo”, apontou.

Na abertura do encontro, o vice-presidente Financeiro da CBIC, Eduardo Aroeira Almeida, apresentou o Relatório de Atividades e Balanço Anual da entidade referente a 2023, que foram aprovados sem ressalvas pelo Conselho de Administração.

Por: Agência CBIC

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CONSTRUÇÃO CIVIL NOTÍCIAS DA CONSTRUÇÃO CIVIL - NACIONAL

CBIC e Caixa discutem medidas para desenvolvimento da habitação no Norte e Nordeste

Uma comitiva da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) reunida com representares da Caixa Econômica, em Brasília, para discutir três temas voltados ao desenvolvimento do setor nas regiões Norte e Nordeste do Brasil.

O primeiro tema foi a possibilidade de publicação de uma nova portaria, pelo Ministério das Cidades, autorizando a Caixa a contratar com cláusulas suspensivas para regular a velocidade nas contrações. As cláusulas suspensivas estabelecidas pela Caixa para a contratação de construção de imóveis são condições que devem ser cumpridas para que o contrato seja efetivado.

Essas cláusulas podem incluir requisitos como a aprovação de projetos por entidades reguladoras ou o cumprimento de certas normas de construção. Se essas condições não forem atendidas, o contrato não entra em vigor, protegendo assim as partes envolvidas de obrigações sob um contrato não concretizado.

A previsão de publicação de um decreto interministerial para resolver a questão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) com as concessionárias foi o segundo assunto discutido. O imbróglio é hoje uma pendência para as contratações e a comitiva teve uma sinalização de que a normativa deve ser oficializada em breve.

O normativo deverá estabelecer os requisitos para que as distribuidoras realizem os serviços previstos na legislação, assim como as condições para o ressarcimento dos custos relativos a esses serviços e ao desconto no pagamento de disponibilidade da rede, conforme previsto em lei para as moradias atendidas pela política pública.

O terceiro e último ponto da pauta foi publicação de portaria autorizando as obras abrangidas pelo programa Minha Casa, Minha Vida que já foram analisadas pela Caixa e estão aguardando seguimento no âmbito do Ministério das Cidades.

A comitiva da CBIC foi liderada pelo vice-presidente de Habitação de Interesse Social, Clausens Duarte; e pelo vice-presidente da Região Norte e presidente do Sinduscon-Am, Frank Souza; além dos presidentes Fabrizio Gonçalves (Sinduscon-PA), Clerlânio Fernandes (Sinduscon-RR), Guilherme Fortes.

Pela Caixa, participaram os superintendentes nacionais de Engenharia, Alexandre Cordeiro, e de Produtos, Raul Gomes, além do gerente nacional do FAR, Marcelo Brasil.

Por: Agência – CBIC
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CONSTRUÇÃO CIVIL Construção Civil em Roraima

Presidente do SINDUSCON-RR recebe a visita do Presidente da Junta Comercial

Vicente Ricarte Bezerra Neto visitou o SINDUSCON-RR para buscar o estreitamento das relações, no interesse comum das instituições

O Presidente do SINDUSCON-RR, engenheiro Clerlânio Fernandes de Holanda recebeu, na manhã desta quarta-feira (10/4), o presidente da Junta Comercial do Estado de Roraima, Vicente Ricarte Bezerra Neto, a vice-presidente Laryssa Maria Prudente Brito e o Diretor de Registro Mercantil, Edson Freitas Bezerra. Acompanharam a reunião os associados Veronildo Holanda e Edgilson Santos, além do assessor jurídico da FIER, Maclison Chagas.


Vicente Ricarte fez uma breve exposição acerca do papel da Junta Comercial nos processos de abertura, manutenção e regularização de empresas no Estado de Roraima e, em seguida, compartilhou um desejo de lançar um projeto itinerante com o apoio de outros órgãos e representantes da sociedade civil. A delegação da JUCERR ressaltou, nesse sentido, a relevância de iniciativas como a de levar até a população os serviços de registros, regularização e baixas de empresas.


A conversa abordou também a possibilidade de unirem esforços nesse projeto para divulgarem as atividades do associativismo sindical, numa agenda em que possam estabelecer interesses comuns.


O presidente do SINDUSCON-RR destacou a importância, primeiro da iniciativa dos representantes da Junta Comercial de visitarem o sindicato buscando o estreitamento das relações, segundo, da convergência quanto a iniciativa, de se aproximarem de parcela da sociedade que encontra alguma dificuldade de acesso ou desconhece a importância de formalizar negócios.

“A itinerância dos serviços executados pela Junta Comercial será uma facilitação à formalização de negócios no Estado em mais um importante passo para o desenvolvimento econômico”, destacou o Presidente do SINDUSCON-RR.

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Sinduscon-RR apresenta 2º Censo Imobiliário de Boa Vista dados compilados e analisados pela empresa Brain Inteligência Estratégica, sobre o atual cenário do mercado imobiliário boa-vistense.

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de Roraima (Sinduscon-RR) realizará a apresentação do 2º Censo Imobiliário de Boa Vista. O encontro será na próxima terça-feira, dia 12, às 16h, na sede da entidade, na Rua Professor Diomedes Souto Maior, 84/1, no Centro de Boa Vista.

O Censo Imobiliário traz um Panorama do Mercado Imobiliário em Boa Vista, onde é possível conhecer o atual cenário do mercado, para futuros planejamentos com base em dados oficiais compilados e analisados pela empresa Brain Inteligência Estratégica.

Em números

O primeiro censo foi divulgado em dezembro e mostrou que em Boa Vista existem 119.011 domicílios, sendo 111.468 (94%) casas e 7.543 (6%) apartamentos. Aproximadamente 31% destes são habitados por cinco ou mais moradores, média acima da nacional. Das condições dos imóveis: 70% são próprios, 22% alugados e 8% cedidos. Os bairros onde moram mais pessoas com renda mensal acima de R$ 8 mil são: Paraviana, Caçari, Canarinho, 5 de Outubro e partes do São Francisco e Mecejana.

Os dados também mostraram que de janeiro a setembro de 2023, seis empreendimentos foram lançados na capital, sendo um vertical e cinco horizontais, com investimento em mais de R$ 307 milhões. Quanto à comercialização de imóveis, o mercado sentiu avanço de 10% em relação ao mesmo período do ano anterior. O metro quadrado para produtos da categoria “super luxo” ficou, em média, R$ 14 mil.

Projeto

O Censo Imobiliário é uma iniciativa do Sinduscon-RR, em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de Roraima (FIER) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-RR). Os dados são apresentados a cada três meses e mostra o perfil censitário do mercado imobiliário da capital Boa Vista, mapa e classificação de oferta vertical residencial e comercial, bem como oferta horizontal de casas e condomínios. Além disso, números referentes ao mercado por regiões, tipos de produto e vendas.

Por: https://panoramicanews.com/noticia/115672/sinduscon-rr-apresenta-2o-censo-imobiliario-de-boa-vista

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CONSTRUÇÃO CIVIL Construção Civil em Roraima

Posse de membros do Sinduscon-RR nos Conselhos Temáticos da FIER

Na tarde desta terça-feira, dia 20 de fevereiro, foi realizada a 1ª reunião dos Conselhos Temáticos da Federação das Indústrias do Estado de Roraima (FIER), no auditório da Casa da Indústria Rivaldo Fernandes Neves.

Foto ascom Fier- Conselho Temático CTRSRT


Representantes do Sinduscon-RR que farão parte dos conselhos:

Conselho Temático Responsabilidade Social e Relações Trabalhistas (CTRSRT) Samuel Souza (titular) – Luis Eduardo (suplente);

Na pauta de cada Conselho foi apresentado o Calendário de Reuniões, o Plano de Trabalho, a eleição, a apresentação do presidente eleito, e por fim a ocorreu posse de todos os membros dos Conselhos.

Conselho Temático Micro e Pequena Empresa, Economia e Política Industrial (COMPI) – Vinícius Carvalho (titular) e José Jairo (suplente);


Conselho Temático Meio Ambiente, Recursos Naturais, Energia e Infraestrutura (CTMAR) – Kerverson Holanda (titular) e Roberto Santiago (suplente).

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Nova Estratégia BIM BR contrata consultor para definir metas de implementação no país

A Estratégia BIM BR, iniciativa que visa promover o uso da Modelagem da Informação da Construção (BIM) no Brasil, está avançando em seus esforços para impulsionar a modernização e eficiência no setor da construção. Nesse sentido, foi anunciada a contratação de consultor(a) especializado(a) para elaborar uma proposta de Plano de Trabalho para a nova fase da estratégia.

A utilização do BIM tem se mostrado fundamental para otimizar processos, reduzir custos e prazos, além de elevar a qualidade e a segurança das construções. Por isso, a nova etapa da Estratégia BIM BR busca consolidar ainda mais essa prática no cenário nacional, promovendo sua adoção em larga escala.

O consultor contratado terá a importante missão de desenvolver um plano de trabalho que contemple as diretrizes, metas e ações necessárias para fortalecer a implementação do BIM no país. Esse Plano deverá considerar os diferentes segmentos da indústria da construção, bem como as peculiaridades regionais e os desafios enfrentados pelo setor.

A expectativa é de que a proposta elaborada pelo consultor contribua significativamente para o avanço da Estratégia BIM BR, tornando-a ainda mais abrangente, eficiente e alinhada com as demandas do mercado. Com isso, o Brasil poderá consolidar sua posição como referência internacional no uso dessa tecnologia inovadora.

A contratação do consultor representa um passo importante na jornada de modernização da indústria da construção brasileira e reafirma o compromisso do país em adotar práticas sustentáveis e eficientes para o desenvolvimento de obras e infraestrutura, com isso, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) apoia institucionalmente os esforços para o avanço do setor.

Para mais informações sobre a contratação acesse o Edital na Íntegra no site https://parceiros.undp.org.br/opportunities da PNUD.

Por: Agência CBIC

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CONSTRUÇÃO CIVIL

1ª Reunião Ordinária de Diretoria do Sinduscon-RR 2024

Na tarde desta quarta-feira (07) ocorreu a 1ª Reunião Ordinária de Diretoria do Sinduscon-RR, para apreciação e aprovação de pautas inerentes as ações da entidade.

A reunião contou com a presença ilustre do Presidente do CREA-RR, Eng. Civil Neovânio Lima acompanhado do 1º Vice-presidente, Eng. Civil Marcos da Silva, que apresentaram as principais ações desenvolvidas pelo Conselho, bem como ouviram as demandas dos empresários do setor da Construção Civil.

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CONSTRUÇÃO CIVIL Evento Nacional da Construção Civil NOTÍCIAS DA CONSTRUÇÃO CIVIL - NACIONAL

98ª Edição do ENIC – Inscrições abertas

💻 Já conferiu o site da 98ª edição do ENIC?

Acesse para ter mais informações sobre o maior evento de conteúdo da construção. Mantenha-se atualizado com notícias, parcerias, localização do evento e inscrições.

Fique atento às nossas redes sociais e ao site, em breve vamos divulgar a programação.

👉 E não se esqueça: o ENIC acontecerá de 02 a 05 de abril, das 10h às 20h, no São Paulo Expo. Acesse o link: https://cbic.org.br/enic/98/

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CONSTRUÇÃO CIVIL

MANIFESTO – Indústria da construção alerta para prejuízos da MP da reoneração

A indústria da construção manifesta-se veementemente contra a Medida Provisória de
reoneração da folha de pagamentos. O simples anúncio da MP no mesmo dia da promulgação da lei que estendeu até 2027 a desoneração desrespeitou o Legislativo e trouxe insegurança aos investimentos.
Durante todo o ano de 2023, a indústria da construção, que necessita de previsibilidade
para se planejar e investir a longo prazo, ficou na expectativa da extensão da desoneração
da folha. Aprovada pelo Legislativo, vetada pelo Executivo e finalmente restabelecida por
ampla maioria pelo Congresso, a desoneração assegura a continuidade do crescimento
do emprego formal neste setor.
Este crescimento do emprego agora volta a ser ameaçado com a edição da MP. Seu
efeito imediato sobre os custos da construção nos próximos 120 dias levará inapelavelmente à elevação dos preços das obras em andamento. A indústria da construção, seus
contratantes e consumidores serão prejudicados.
Entre estes, figura o próprio governo federal, que precisará pagar mais por obras habitacionais e de infraestrutura, contratadas dentro de programas como o Minha Casa, Minha
Vida e o de Aceleração do Crescimento. Desequilíbrios econômico-financeiros dos contratos em vigor poderão levar à paralisação de obras e demissões.
Ou seja, boa parte do almejado esforço por um equilíbrio fiscal pretendido pela MP terá
sido em vão.
Outro efeito da edição da medida será uma revisão dos projetos de novos contratos e de
lançamentos imobiliários, até que haja clareza sobre o destino da MP. Isto implicará adiamento de contratações futuras de mão de obra, queda na oferta de moradias e diminuição
da arrecadação prevista, prejudicando mais uma vez o próprio governo.
Governar por medidas provisórias sem que haja justificativa de urgência para sua edição
é um enorme retrocesso para a governabilidade necessária à estabilidade política e
econômica e à melhora do ambiente de negócios.
Não havendo qualquer justificativa de urgência para que o governo trate da desoneração
por meio de uma MP, ela deveria ser imediatamente devolvida pelo Legislativo ao Executivo. Este deveria se debruçar sobre novas medidas que incentivem o emprego formal.