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CONSTRUÇÃO CIVIL

Parabéns SINDUSCON-RR! Há 31 anos aprimorando o segmento da construção civil em Roraima.

É impossível pensar em desenvolvimento sem pensar na indústria da construção civil.
Por este motivo, há 31 anos, estamos engajados em ações que representam, defendem e fortalecem as empresas responsáveis pelo crescimento do nosso estado.

A você, que faz parte dessa história, nosso muito obrigado!

#Sinduscon #SindusconRR #ConstrucaoCivil #Desenvolvimento #Roraima

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CONSTRUÇÃO CIVIL

SINDUSCON/RR está funcionando em novo endereço

A diretoria do SINDUSCON/RR se reuniu nessa quinta dia 20/05, no seu novo endereço, um espaço mais amplo e confortável para receber os associados e o público em geral. Segundo o Presidente, Clerlânio Holanda, esse espaço é mais uma das ações que estão sendo desenvolvidas pela nova gestão. O novo endereço funciona na Rua Professor Diomedes Souto Maior, 84/1 – Centro.

Foto SINDUSCON/RR


Empresários:  Veronildo Holanda, Edgilson Dantas, Luis Eduardo, Ítalo Aguiar, Eloy  Santos, Clerlânio Holanda, Francisco Pereira e Vinicius  Pereira

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NOTÍCIAS DA CONSTRUÇÃO CIVIL - NACIONAL

CBIC avalia resultado de pesquisas para eleição presidencial

Importante debate sobre a eleição presidencial de 2022, com a participação do diretor-presidente do Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, foi destaque da reunião do Conselho de Administração da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) desta quinta-feira (13), via plataforma Zoom. A reunião também tratou de questões referentes a ações legislativas para atender as demandas do setor.

Com mais de 70 participantes da construção civil, o encontro virtual contou ainda com a presença de representantes de entidades do setor de Energia.

Eleição antecipada
Ao fazer uma leitura do momento político atual, no que se refere à eleição presidencial de 2022, o executivo ressaltou que, com base nas pesquisas dos institutos Paraná Pesquisas, Atlas Político, XP/Ipespe, Datafolha e o PoderData, nos últimos sete dias, a eleição está equilibrada. “A eleição no Brasil foi antecipada”, diz.

“Se a eleição fosse no próximo domingo, estaria bem equilibrada. Teria 50% de chance de vitória do presidente Jair Bolsonaro e 50% do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas o que vai definir é a situação econômica”, disse.

Na avaliação do executivo, “bolso cheio elege o presidente e bolso vazio tira o presidente”. Se a economia chegar bem no segundo semestre de 2022, mesmo que apenas com o auxílio emergencial, Bolsonaro chegará bem e ganhará”, frisa.

“É preocupante que o assistencialismo defina a eleição no País, em detrimento dos projetos do governo”, lamenta o vice-presidente da CBIC, José Irenaldo Quintans.

Ações Legislativas
Pensando não apenas no futuro da construção, mas no futuro do Brasil, o presidente da CBIC, José Carlos Martins, destacou os temas da Agenda da Construção de 2021 a 2023.



Todos eles serão abordados nos ‘Quintas da CBIC’ das próximas semanas, com a participação de parlamentares que estão cuidando dos assuntos no Congresso Nacional, como os da Reforma Administrativa e da Reforma Tributária, que serão tratados nesta quinta-feira, a partir das 17h.

Os temas da agenda foram apresentados pelo coordenador de Relações Institucionais da CBIC, Luis Henrique Cidade, e comentados pelo vice-presidente da CBIC, José Eugênio Gizzi, que informaram a forma de atuação da entidade sobre cada um deles.

POR: AGÊNCIA CBIC

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Mercado imobiliário continua ativo, apesar da pandemia da Covid-19

AGÊNCIA CBIC

30/04/2021

Cerca de 50 empresários do setor da construção participaram nesta sexta-feira (30), via Zoom, da reunião de Rodada de Negócios da Comissão da Indústria Imobiliária (CII) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), coordenada pelo presidente Celso Petrucci.

Apesar do cenário de pandemia da Covid-19, Petrucci ressaltou que o mercado imobiliário continua ativo no País. “O financiamento imobiliário do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) já alcançou números anualizados que são os maiores em todos os tempos. Nos últimos 12 meses, o SBPE financiou R$ 148 bilhões. A grande preocupação são os financiamentos do Casa Verde e Amarela”, disse.

Sobre as ações iniciadas em 2018, entre a CBIC, a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) e a B3 (Bolsa do Brasil), para o desenvolvimento de uma Central de Recebíveis com o intuito de melhorar a relação dos bancos com as incorporadoras/loteadoras, no que se refere à Gestão de Recebíveis oriundos do Plano Empresário, o gerente de produtos da B3, Gustavo Corradini, apresentou as novas funcionalidades da Plataforma Imobiliária Gestão de Recebíveis a partir de maio.

A Central visa facilitar a conexão entre as incorporadoras e os agentes financiadores. O sistema organiza, controla e aumenta a transparência do fluxo dos recebíveis de imóveis vendidos na planta. Por meio da plataforma, que centraliza todas as informações sobre a evolução dos recebíveis, a incorporadora não precisa informar os agentes financiadores de forma independente.

Dentre os benefícios da plataforma: gestão do Plano Empresário, antecipação à regulação, otimização operacional, vitrine de empreendimentos, emissão de boletos facilitada, índices de reajuste, aplicativo Mobile para clientes, credibilidade B3, plataforma para assinatura de VV e fluxo de repasses.

A gestão de recebíveis terá um custo de R$ 3 mensais por unidade cadastrada na plataforma. Para o conjunto de 100 unidades cadastradas, a cobrança mensal será de R$ 300 referente as unidades cadastradas durante o período de obra.

Também participaram da reunião, pela B3, Bruna Machado e Bernardo Ramos.

Veja mais sobre o produto na apresentação da B3

Concorrência desleal na comercialização de empreendimentos

O presidente da Associação Sergipana dos Empresários de Obras Públicas e Privadas (Aseopp), Luciano Franco Barreto, alertou o setor quanto ao modelo ilegal de incorporação e loteamento imobiliário que está sendo praticado em Sergipe, com a venda de imóveis via cooperativas.

O advogado da Aseopp e membro do Conjur/CBIC, Pedro Celestino, destacou que se trata da prática de oferta pública de unidades futuras sem o registro do memorial de incorporação. São incorporadoras travestidas de associações que fazem oferta pública de imóveis sem preencher os requisitos de lei, bem como oferta falsa aos adquirentes na publicidade dos imóveis.

Já foram lançadas mais de 2 mil unidades no Estado nesse formato, em concorrência desleal na comercialização de empreendimentos.

“Não se trata de cooperativa, que é lícita e regular. É formação de condomínio voluntário sem incorporação imobiliária”, mencionou Abelardo Campoy, informando que o assunto já foi tratado no âmbito do Conselho Jurídico da CBIC e condenado por seus membros.

Resultados e Perspectivas do Mercado Imobiliário

Petrucci informou que a CBIC apresentará o Balanço do Mercado Imobiliário do 1º trimestre de 2021 no dia 24 de maio, durante coletiva de imprensa.

Sobre o mercado, o sócio-diretor da Brain Inteligência Estratégica, Fábio Tadeu Araújo, disse que a expectativa é de que 2021 seja recorde em financiamento imobiliário via SBPE.

No primeiro trimestre do ano foram financiados R$ 43 bilhões pelo SBPE, alta de 112,8% em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado de 12 meses, os empréstimos destinados à aquisição e construção de imóveis somaram R$ 146,81 bilhões (alta de 76,1%).

No mesmo período, foram financiados, com recursos da poupança do SBPE, 187,6 mil imóveis (casas ou apartamentos), resultado 137,3% superior ao do 1º trimestre de 2020.

Nos últimos 12 meses (abril/2020 a março/2021), os financiamentos viabilizaram a aquisição e a construção de 535,3 mil imóveis, alta de 70,8% em relação aos 12 meses anteriores, quando 313,4 mil foram beneficiadas pelo crédito imobiliário do SBPE.

Quanto ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), Fábio Tadeu destaca queda de investimento. No acumulado de 12 meses (abril/2020 a março/2021), os financiamentos concedidos com recursos do FGTS somaram R$ 48,3 bilhões (queda de 9,8%). Nos últimos 12 meses (abril/2020 a março/2021), os financiamentos viabilizaram 368,6 mil imóveis, queda de 16,1% em relação aos 12 meses anteriores (439 mil unidades).

Rodada de Mercado

Na Rodada de Mercado, representantes de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Maranhão, Goiânia, Piauí e Maringá reforçaram que há um movimento forte nas vendas de imóveis, novos e usados. No entanto, destacaram que o aumento dos insumos e o agravamento da pandemia da Covid-19 são questões que estão sendo avaliadas para a definição de lançamento de novos empreendimentos.

A próxima reunião da Comissão da Indústria Imobiliária será em julho.

Os assuntos tratados na reunião têm interface com o projeto ‘Melhorias do Mercado Imobiliário’ realizado pela CII/CBIC, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional).

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Construção civil reduz ritmo de contratações em março

AGÊNCIA CBIC 28/04/2021


A construção civil que, nos primeiros dois meses do ano criou mais de 44 mil novas vagas mensais, reduziu esse patamar para 25.020 em março. Ou seja, o setor reduziu o ritmo de suas contratações e aumentou o ritmo de demissões.

Os dados são do Novo Caged, divulgados nesta quarta-feira (28) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia.

O resultado é justificado pela redução do nível de atividades. “Esse é mais um reflexo do estrago que está sendo feito pelo desabastecimento e aumento expressivo nos preços dos insumos”, destaca a economista do Banco de Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos.

Em março, o número de admissões na construção foi 161.072 (o menor número do ano). Já as demissões totalizaram 136.052 trabalhadores, o maior número do ano.

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NOTA À IMPRENSA – SOBRE VETO NO ORÇAMENTO DE 2021

AGÊNCIA CBIC
23/04/2021
“A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e todas as suas entidades associadas veem com muita preocupação e perplexidade o corte realizado nas verbas do Orçamento de 2021 para dar continuidade às obras da faixa 1 do programa Casa Verde e Amarela.

Com o veto, que praticamente zera as despesas que estavam reservadas ao Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), serão paralisadas as obras de 250 mil casas que hoje estão em construção no país. O montante emprega diretamente em torno de 250 mil pessoas e outras 500 mil entre empregos indiretos e induzidos.

No momento que o Brasil atravessa, com tantos desafios impostos em decorrência da pandemia, esse corte não estava previsto em lugar algum.

Agora, confiamos na sensibilidade do Congresso Nacional, para que possa reverter essa situação urgentemente. E que, assim, não se inicie uma imensa onda de demissões no setor, já extremamente afetado pelos aumentos nos preços dos insumos, que impactam seriamente seus contratos, que têm preço fixo”, José Carlos Martins, presidente da CBIC.

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SINDUSCON/RR GANHA O 1° LUGAR DO PRÊMIO MÉRITO SINDICAL DA FIER – EDIÇÃO 2020

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de Roraima (SINDUSCON/RR) consagrou-se vencedor em primeiro lugar no Prêmio Mérito Sindical – Edição 2020. A solenidade de premiação, foi realizada no dia (24.03), na sede da FIER.

Foto: ASCOM SESI/RR  

Foto: ASCOM SESI/RR
Presidente do SINDUSCON – Clerlânio Holanda, a Presidente da FIER – Izabel Itikawa e o Vice-presidente do SINDUSCON – Veronildo Holanda

O Prêmio é uma iniciativa da Federação das Indústrias do Estado de Roraima (FIER) que realiza a cada 2 (dois) anos, o Prêmio Mérito Sindical, e tem como objetivo reconhecer e valorizar as iniciativas desenvolvidas pelas lideranças sindicais, com vistas à promoção do associativismo, fortalecimento e defesa de interesses dos segmentos industriais organizados.

Os ganhadores, recebem a premiação até o terceiro lugar atendendo aos critérios estabelecidos com base nas diretrizes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), por meio do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA), considerando três áreas de atuação: Sindicato Legal, Fortalecimento Sindical e Associativismo Sindical. Segundo o Presidente Clerlânio Holanda, essa premiação é o reconhecimento das boas práticas que o SINDUSCON/RR vem executando ao logo dos anos.

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SINDUSCON/RR reforça a campanha: “Construção contra a corona vírus – não vamos baixar a guarda”.

A Campanha ‘Construção contra o coronavírus – não vamos baixar a guarda’, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas da (CPRT) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), disponibilizou aos sinduscons em todo Brasil, um kit contendo máscara e adesivos da campanha para ser disseminado no setor.
A iniciativa conta ainda, com o apoio do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional).
A campanha visa incentivar toda a comunidade da construção civil, empresários e trabalhadores a manterem os protocolos e cuidados que se mostraram exitosos com relação aos casos de covid relacionados ao setor.
Desde o início da pandemia da Covid-19, o SINDUSCON/RR vem reforçando as medidas de cuidado dentro dos canteiros, a fim de proteger o trabalhador, e manter ativo o setor.
Nesse contexto, o SINDUSCON/RR distribuiu aos trabalhadores da construção civil, máscaras de proteção facial e adesivos para capacete aos empresários e trabalhadores reforçando iniciativa da (CBIC). Conforme o Presidente do sindicato, Clerlânio Holanda, o momento requer o reforço constante nas medidas de prevenção para não baixar a guarda, mesmo com o início da campanha de vacinação do país, os cuidados devem continuar.

empresa Eletrowoltes

KIT máscara e adesivo – CBIC
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CONSTRUÇÃO CIVIL

CAGED: construção civil volta a registrar números positivos

A construção civil tem liderado a geração de empregos no país e já se tornou um dos principais responsáveis por impulsionar a economia do Brasil durante a pandemia provocada pelo novo coronavírus.

Dados do novo CAGED, divulgados pela Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia, a Construção Civil, em 2020, foi o setor que mais gerou novas vagas com carteira assinada no País. No total, foram contabilizados 112.174 novos postos de trabalho formais no setor, resultado da diferença entre 1.570.835 admissões e 1.458.661 demissões.

O fechamento líquido de 67.906 vagas de trabalho com carteira assinada em dezembro, foi puxado pela construção civil no mês, com o encerramento de 43.032 postos formais.

Em Roraima, não foi diferente, o setor liderou o número de empregos em 2020, com o saldo 1.699 novos postos no setor da construção civil.

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Empresas buscam repactuação de contratos com a Administração Pública

AGÊNCIA CBIC
18/11/2020


As construtoras de Roraima têm enfrentado diariamente o desafio de honrar os compromissos assumidos antes da pandemia da Covid-19. Isto porque, principalmente no que se refere aos contratos de obras públicas, os valores dos insumos básicos aumentaram numa proporção sem precedentes desde abril, superando os índices nacionais de inflação registrados este ano, conforme pesquisa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Destaque para o cimento que, no início do ano custava em média R$ 32,00 e passou para R$ 50,00 o saco de 42,5 kg. Mas, houve aumento também no preço do tijolo, cobre e alumínio, que estão na lista dos itens mais utilizados.

No Estado, segundo o Sindicato das Indústrias de Construção Civil do Estado de Roraima (Sinduscon-RR), as obras contratadas pelos Governos Federal, Estadual e Municipal, representam o maior volume das obras e essa diferença de preços entre o que foi previsto e o que de fato está sendo praticado atualmente, pode impedir a conclusão das obras, o atraso nos cronogramas, gerar desligamento de colaboradores e afetar a população em geral, que depende das estruturas que estão em construção.

“O fato de haver um aumento no preço dos materiais durante a execução das obras é bastante comum, mas isso geralmente acompanhava a inflação do período, o que é perfeitamente possível de ser absorvido pelas empresas. Mas, chegamos a um ponto em que a alta foi muito além destes percentuais e, mesmo com todo o empenho e compromisso, é impossível continuar com o trabalho sem que haja um reequilíbrio econômico-financeiro destes contratos”, explica o presidente do Sinduscon-RR, Clerlânio Holanda.

Reunião com representantes da Caixa (Foto: divulgação Sinduscon/RR)

Buscando um canal de diálogo que resulte na repactuação dos termos dos contratos e convênios, respeitando os requisitos legais e visando o reequilíbrio econômico-financeiro, o sindicato tem reunido representantes do Governo Estadual, Prefeitura de Boa Vista e Caixa Econômica Federal para avaliarem o cenário, identificando, nos contratos vigentes, quais dos itens orçados foram afetados pela elevação de preços.

“Com essa sinalização positiva por parte da Caixa Econômica, Governo de Roraima e Prefeitura de Boa Vista, as empresas que estão executando obras públicas podem procurá-los, de acordo com a natureza dos seus contratos, para realizar os ajustes necessários a atualização dos valores dos insumos, apresentando as pesquisas de mercado que demonstrem os valores atuais praticados pelos fornecedores. Avaliamos que, desta forma, o Sinduscon-RR exerce o seu papel para que o setor da construção possa continuar as suas atividades gerando ganhos para a sociedade, seja na entrega de infraestrutura e habitações, bem como na geração de empregos e fortalecimento da economia”, destaca Clerlânio.


Reunião com a Prefeitura de Boa Vista (Foto: divulgação do Sinduscon/RR)

As empresas que quiserem obter mais informações podem acessar o site da CBIC e consultar informações gerais e específicas sobre o assunto, como uma Cartilha de Perguntas e Respostas, Parecer Jurídico, Minuta de Ofício para a Administração Pública e reportagens. Também podem entrar em contato com o Sinduscon pelos telefones (95) 3224-0350 ou (95) 99130-3336.

Construção civil em Roraima
No Estado, a construção civil é responsável por 65,2% da composição do PIB da Indústria de Roraima, que corresponde a cerca de 8% do PIB Estadual e foi a atividade que mais ganhou participação na indústria local: aumentou 13,5 pontos percentuais entre 2007 e 2017, de acordo com o Perfil da Indústria nos Estados, elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

No que se refere aos postos de trabalho, são mais de 2.500 empregos diretos, podendo ultrapassar a marca de 4 mil, se considerarmos os empregos indiretos gerados em toda a cadeia da construção, de acordo com os dados do CAGED/Ministério da Economia.

(Com informações do Sinduscon-RR)

Reunião o Governo de Roraima/SEINF (Foto: Bisto/Seinf/RR)


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SINDUSCON -RR abre caminho para empresas de construção buscarem a repactuação de contratos com a Administração Pública

Desde meados de março, quando a pandemia da COVID-19 chegou a Roraima, a economia local passou a sentir as consequências da interrupção ou da redução da atuação das empresas e, desde então, vem buscando recuperar as perdas registradas no período. Mas, para alguns setores, como o da construção civil, que desenvolve atividades consideradas essenciais, a continuidade do trabalho não impediu que surgissem problemas capazes de comprometer a o desempenho do setor, caso não fossem de imediato resolvidos.

Hoje, as construtoras enfrentam o desafio diário de honrar os compromissos assumidos antes da pandemia. Isto porque, principalmente no que se refere aos contratos de obras públicas, os valores dos insumos básicos aumentaram numa proporção sem precedentes desde abril, superando os índices nacionais de inflação registrados este ano, conforme aponta uma pesquisa realizada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção – CBIC .

Em uma análise realizada pelo Sindicato das Indústrias de Construção Civil do Estado de Roraima, isto pode ter ocorrido pela falta de oferta de materiais no mercado local, em decorrência do fechamento de fábricas; a alta do dólar estimulando a exportações e reduzindo o fornecimento de insumos para o mercado interno, e o custo do frete que também acompanha essa tendência. Entre eles, podemos destacar o cimento que, no início do ano custava em média R$ 32,00, passou para R$ 50,00 o saco de 42,5 kg. Mas, houve aumento também no preço do tijolo, cobre e alumínio, que estão na lista dos itens mais utilizados.

A construção civil é responsável por 65,2% da composição do PIB da Indústria de Roraima, que corresponde a cerca de 8% do PIB Estadual e foi a atividade que mais ganhou participação na indústria do Estado: aumentou 13,5 pontos percentuais entre 2007 e 2017, de acordo com o Perfil da Indústria nos Estados, elaborado pela Confederação Nacional da Indústria – CNI.

No que se refere aos postos de trabalho, são mais de 2.500 empregos diretos, podendo ultrapassar a marca de 4 mil, se considerarmos os empregos indiretos gerados em toda a cadeia da construção, de acordo com os dados do CAGED/Ministério da Economia.

Nesse contexto, as obras contratadas pelos Governos Federal, Estadual e Municipal, representam o maior volume das obras e essa diferença de preços entre o que foi previsto e o que de fato está sendo praticado atualmente, pode impedir a conclusão das obras, o atraso nos cronogramas, gerar desligamento de colaboradores e afetar a população em geral, que depende das estruturas que estão em construção.

“O fato de haver um aumento no preço dos materiais durante a execução das obras é bastante comum, mas isso geralmente acompanhava a inflação do período, o que é perfeitamente possível de ser absorvido pelas empresas. Mas, chegamos a um ponto em que a alta foi muito além destes percentuais e, mesmo com todo o empenho e compromisso, é impossível continuar com o trabalho sem que haja um reequilíbrio econômico-financeiro destes contratos”, explica o Presidente do SINDUSCON-RR, Clerlânio Holanda.

Para resolver este problema, o sindicato decidiu convidar os representantes do Governo Estadual, Prefeitura de Boa Vista e Caixa Econômica Federal, para avaliarem este cenário identificando, nos contratos vigentes, quais dos itens orçados foram afetados por essa elevação de preços que excede as médias aceitáveis. Foram três reuniões coordenadas pelo SINDUSCON, com cada uma das instituições e, após a análise das informações e dos dados, foi aberto um importante canal de diálogo que poderá resultar na repactuação dos termos dos contratos e convênios, respeitando os requisitos legais e visando o reequilíbrio econômico-financeiro.

“Com essa sinalização positiva por parte da Caixa Econômica, Governo de Roraima e Prefeitura de Boa Vista, as empresas que estão executando obras públicas podem procurá-los, de acordo com a natureza dos seus contratos, para realizar os ajustes necessários a atualização dos valores dos insumos, apresentando as pesquisas de mercado que demonstrem os valores atuais praticados pelos fornecedores. Avaliamos que, desta forma, o SINDUSCON-RR exerce o seu papel para que o setor da construção possa continuar as suas atividades gerando ganhos para a sociedade, seja na entrega de infraestrutura e habitações, bem como na geração de empregos e fortalecimento da economia”, destaca Clerlânio.

As empresas que quiserem obter mais informações podem acessar o site da Câmara Brasileira da Indústria da Construção-CBIC https://cbic.org.br/cbic-instrui-setor-sobre-como-buscar-o-reequilibrio-de-contratos/ e consultar informações gerais e específicas sobre o assunto, como uma Cartilha de Perguntas e Respostas, Parecer Jurídico, Minuta de Ofício para a Administração Pública e reportagens. Também podem entrar em contato SINDUSCON pelos telefones 3224-0350 ou 99130-3336.

Reunião Caixa/RR – foto aquivo Sinduscon-RR
Reunião Governo de Roraima/ SEINF – foto Bispo/SEINF
Reunião Prefeitura de Boa Vista/SMO – foto arquivo Sinduscon-RR
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ENIC2020 Encontro Nacional da Indústria da Construção, Brasília/DF, nos dias 02 e 03/12.

O maior evento da América Latina!
O ENIC – Encontro Nacional da Indústria da Construção, na sua 92ª edição, é o maior evento do setor e é realizado com apoio e patrocínio das indústrias e empresas de serviços com parceria dos sindicatos, associações da construção civil e associações que compõem a coalizão.

O ENIC é reconhecido como o mais importante fórum de debates dos temas estratégicos e da agenda nacional da construção, assim como espaço preferencial para a realização de negócios, troca de conhecimento e networking.

Pensando sempre nas pessoas e com foco no cuidado e atenção, a CBIC planejou sua 92ª edição para este novo cenário que trouxe tantas transformações para todos nós. Seguindo todos os protocolos de saúde e tendências que emergiram neste período, criamos uma agenda de eventos online que estenderá de julho a dezembro de 2020.
https://www.cbic.org.br/enic92/

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TOMA POSSE A NOVA DIRETORIA SINDUSCON-RR, TRIÊNIO 2020-2023

A nova diretoria eleita do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de Roraima (SINDUSCON/RR), tomou posse no dia 01 de outubro, na sede da Federação das Indústrias do Estado de Roraima (FIER).

 A nova gestão terá como presidente, o empresário da construção civil, o engenheiro Clerlânio Fernandes de Holanda, eleito por aclamação em agosto de 2020, e assume o sindicato para o mandato de 2020 a 2023.

Na ocasião, o presidente eleito, Clerlânio Holanda, fez um agradecimento a diretoria anterior, em especial ao presidente Rivaldo Neves, pelos anos em que esteve à frente do sindicato e pelas suas conquistas, bem como de sua diretoria; e enfatizou que o principal desafio é enfrentar a atual crise econômica, porém, com a bandeira da retomada do crescimento, do desenvolvimento contínuo e sustentável, sempre com a construção civil como mola da economia, gerando emprego e renda, promovendo o desenvolvimento urbano e cumprindo sua mais valiosa função social, a moradia com qualidade de vida.

Nova Diretoria

Presidente: Clerlânio Fernandes de Holanda

Vice-presidente:  Veronildo da Silva Holanda

1° secretário: Edgilson Dantas Santos

2° secretário: Ítalo Regis Pereira Aguiar

1° tesoureiro: Francisco Pereira da Silva

2° tesoureiro: Eloy José dos Santos Júnior

Conselho Fiscal Titulares

José Fonseca Guimarães

Edson teles barros

José Geraldo de Andrade

Conselho Fiscal Suplentes

Kerverson das chagas Holanda

Luis Eduardo Trajano santos

Antônio vieira lobo

Delegados junto a federação das indústrias do estado de Roraima – FIER

Titulares

Clerlânio Fernandes de Holanda

Rivaldo Fernandes neves

Suplentes

Veronildo da silva Holanda

Edgilson Dantas santos   

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SINDUSCON-RR e SINTRACOMO-RR FINALIZAM AS NEGOCIAÇÕES COLETIVAS

Mesmo diante das turbulências que vive o país, em especial no campo econômico, o sindicato patronal e laboral da construção civil do Estado de Roraima, encerraram as discussões referentes aos reajustes salariais da categoria 2020/2021. Foram duas reuniões para as negociações, que se enceraram com o reajuste 2% para os pisos da categoria. O vice-presidente, Clerlânio Holanda, destacou que neste ano a negociação contemplava apenas as cláusulas econômicas. “Este é um ano difícil para todos em que a situação econômica é desfavorável para empregadores e empregados e também, acreditamos que o percentual negociado foi o possível para manutenção dos empregos e expectativa da retomada do crescimento” destacou Clerlânio.            

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SINDUSCON/RR e SINTRACOMO/RR se reúnem para dar continuidade às negociações coletivas sobre Reajuste Salarial 2020/2021

Dando continuidade as negociações coletivas, o SINDUSCON-RR esteve reunido com o SINTRACOMO-RR, para tratar do Reajuste Salarial, para o período 2020/2021, na tarde desta sexta-feira (28.08), na sede da FIER

Foto arquivo/Sinduscon-RR

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SINDUSCON/RR e SINTRACOMO/RR se reúnem para iniciar as negociações coletivas da cláusula sobre Reajuste Salarial 2020/2021

Com o compromisso de defender as empresas do setor da Construção Civil do Estado de Roraima, o SINDUSCON-RR deu início às tratativas da Convenção Coletiva de Trabalho, referente a cláusula 4ª – Reajuste Salarial, para o período 2020/2021, na tarde desta terça-feira (25.08), na sede da FIER.

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Sinduscon recebe a empresa SM Natureza em reunião de diretoria para conhecer a empresa e firmar parceria

Na tarde dessa quinta-feira, 20 de agosto de 2020, o SINDUSCON – RR, teve a satisfação de receber, em reunião de diretoria, o gerente comercial, da empresa SM Natureza, Paulo Roberto, na sede da FIER.
O objetivo da participação da empresa na reunião ordinária do sindicato foi realizar a apresentação dos serviços da empresa na área de gerenciamento de resíduos sólidos da construção civil. Também foi proposto pelo sindicato a realização de parceria com desconto nos serviços prestados pela SM, aos associados do sindicato.
Mais do que nunca, é hora de somarmos esforços para tornar o descarte adequado de resíduos da construção civil e atender a Lei Municipal 2.004/2019, que estabelece as diretrizes para a implementação do Plano Municipal de Gestão de Resíduos Sólidos de Boa Vista, entrou em vigor no ano passado. A medida atende à política nacional de resíduos sólidos, estabelecida através da lei nº 12.305/2010, que define e ordena processos importantes para a gestão de resíduos sólidos domiciliares, resíduos de construção civil e resíduos de serviços de saúde, entre outros.




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CBIC lança radar mensal sobre convenções coletivas da construção civil

AGÊNCIA CBIC


Dos 46 sindicatos do setor da construção civil com data-base de negociação entre janeiro e junho de 2020, apenas 10 assinaram convenções coletivas ou aditivos com previsão de reajustes no período. É o que demonstra o Radar Convenções Coletivas lançado nesta segunda-feira (27) pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), por meio de sua Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT/CBIC). Esta primeira edição do informativo traz dados das negociações referentes às datas-base de janeiro a junho de 2020, cujas convenções coletivas ou aditivos tenham sido firmados.

Por outro lado, 25 sindicatos firmaram instrumentos específicos em razão da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), entre março e junho, a fim de disciplinar situações para a flexibilização de procedimentos e a proteção ao emprego durante o estado de calamidade pública.

O levantamento demonstra que as negociações foram postergadas em virtude das incertezas que ainda pairam sobre a economia em razão da crise sanitária. “Nenhuma das entidades que têm data-base nos meses de fevereiro e abril firmou instrumento normativo com previsão de reajustes ou outras questões que não dizem respeito à pandemia”, aponta o presidente da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, Fernando Guedes Ferreira Filho.

Quanto aos instrumentos que tratam de reajustes salariais, 10 foram firmados de janeiro a junho de 2020 e um sindicato já tinha previsão em sua CCT 2019-2021 que haveria um reajuste correspondente à variação do INPC em janeiro de 2020. Portanto, dos 11 reajustes salariais analisados, quatro foram iguais à inflação (variação do INPC), três acima, dois abaixo da variação do INPC e em duas convenções assinadas não foi concedido reajuste para salários acima do piso.

O Radar Convenções Coletivas, de periodicidade mensal, tem por objetivo dar um panorama geral dos principais dados extraídos das convenções coletivas firmadas pelos sindicatos associados à CBIC e está disponível no site da entidade .

O informativo integra o projeto ‘Monitoramento de Normativos e Dados de SST/RT – Radar Trabalhista’, realizado pela CBIC, por meio da sua Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT), com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional).

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CONSTRUÇÃO CIVIL

CBIC cria cartilha sobre coronavírus, com orientações a empresas

AGÊNCIA CBIC

18/03/2020

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) lançou, nesta quarta-feira (18), a cartilha Coronavírus, que apresenta um resumo sobre o tema para as entidades do setor da construção e para seus associados. O material já está disponível no site da CBIC, no endereço cbic.org.br/publicacoes/.

A publicação foi apresentada durante o evento Diálogos
CBIC: setor e a crise do Coronavírus
, realizado na tarde de hoje, via internet. O documento inclui desde cuidados para identificar os sintomas da doença até orientações sobre direitos de contratados.

“A cartilha reúne informações que devem ser avaliadas nesse momento de pandemia de Covid-19, trazendo os principais alertas para as entidades do setor da construção e para seus associados”, explicou o presidente da CBIC, José Carlos Martins.

O conteúdo está dividido em seis tópicos principais:

      • O que é o coronavírus?
      • Quais os principais sintomas identificados?
      • Como prevenir a disseminação do vírus?
      • Como prevenir a disseminação do vírus no ambiente de trabalho?
      • O que fazer no canteiro de obras?
      • Quais são os direitos dos contratados nos contratos de obras públicas?

A cartilha Coronavírus pode ser atualizada à medida que surgirem novas informações relevantes sobre o tema. Ela foi produzida pelos advogados Erika Albuquerque Calheiros (assessora jurídica e coordenadora do Conselho Jurídico da CBIC), Fernando Vernalha Guimarães (consultor jurídico da Comissão de Infraestrutura da CBIC) e Fernando Guedes Ferreira Filho (vice-presidente de Política de Relações Trabalhistas da CBIC).

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CONSTRUÇÃO CIVIL

SINDUSCON-RR participa de visita técnica ao SENAI/RR

O Sinduscon-RR a convite do Senai-RR participou no último dia (17/09) de uma visita técnica ao Centro de Formação Profissional da entidade, na oportunidade em que foi feita a apresentação do portfólio de serviços e produtos ofertados ao setor da Construção Civil e visita as instalações da unidade.
Ainda durante a visita, o Presidente do Sinduscon-RR, Clerlânio Holanda e a Diretora Regional do Senai-RR, Almecir Câmara, assinaram o Acordo de Cooperação Técnica para construção de uma cozinha dentro dos padrões de normas técnicas sanitárias, nas dependências da Associação da Moradia Digna, localizada na rua Dr. Luiz Brito Junior, 709 no bairro, Jardim Equatorial.
O acordo tem por objetivo atender a uma demanda da Associação da Moradia Digna (MDA), e terá o aproveitamento de mão de obra dos alunos dos cursos profissionalizantes da área da Construção Civil do SENAI/RR. Além dos alunos que serão capacitados, a parceria vai beneficiar diretamente cerca de 150 famílias da Associação que receberão a alimentação produzida na cozinha.


Fotos: Acervo Ascom/SENAI/RR

Apresentação do portfólio do SENAI-RR aos filiados do Sinduscon-RR

Visita técnica às instalações do SENAI/RR
Apresentação das instalações

Apresentação das instalações
Diretora Regional do Senai-RR, Almecir Câmara e o Presidente do Sinduscon-RR, assinatura do acordo de cooperação/parceria
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CONSTRUÇÃO CIVIL

Semana CANPAT Construção disseminará cultura prevencionista nas escolas

Com potencial de ser o evento mais importante de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no setor da construção no ano, a Semana CANPAT Construção 2021, de 4 a 8 de outubro, traz, como diferencial aos eventos que a indústria da construção já costuma realizar, a participação no Dia Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho nas Escolas. Confira a programação completa abaixo e já garanta a sua vaga!

https://brasil.cbic.org.br/semana-canpat-construcao-2021-cprt-04-a-08-10-2021
Realizada virtualmente pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Inspeção do Trabalho (SIT), Sesi e Seconci-Brasil, a iniciativa envolve cada vez mais a integração entre setor produtivo, fiscalização do trabalho, trabalhadores e a sociedade como um todo.

De 4 a 7 /10, serão promovidos debates, palestras técnicas e estímulo ao diálogo setorial. O objetivo é disseminar as novas Normas técnicas que entrarão em vigor no início de 2022, especialmente a NR 18 – Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção e o Programa de Gerenciamento de Risco (PGR), além de intensificar os diálogos com a fiscalização do trabalho, do ponto de vista nacional, mas regional também entre os Sinduscons e as superintendências regionais.

Já o dia 8/10 será dedicado à participação das entidades do setor da construção no Dia Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho nas Escolas, para levar uma mensagem de prevenção aos futuros trabalhadores.

“O setor da construção vai ter um papel fundamental nessa ação, com vários sinduscons e associações pelo Brasil afora organizando e participando desse dia nas escolas”, frisa o presidente da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, Fernando Guedes Ferreira Filho.

Em função disso, Guedes reforça a importância do engajamento de todos para que o ato alcance o sucesso de levar uma mensagem prevencionista aos futuros trabalhadores.

“Afinal de contas, quando o setor vai à escola e realiza uma palestra ou exposição aos estudantes do 8ª e 9º anos do Ensino Fundamental II, demonstra a necessidade da preocupação e cuidados com a segurança, não só em relação às atividades escolares, mas no dia a dia. Obviamente, quando se tornarem trabalhadores, esses jovens já terão a cultura prevencionista enraizada”, salienta o presidente da CPRT/CBIC.





A iniciativa tem interface com o projeto “Realização/Participação de/em Eventos Temáticos de RT/SST” da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) com correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional).

POR: AGÊNCIA CBIC

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Definido o reajuste salarial da categoria da construção civil 2021/2022

O SINDUSCON/RR, Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de Roraima e SINTRACOMO/RR, Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil e do Mobiliário de Roraima, encerraram na tarde desta quarta-feira (01.09), as negociações para reajuste do piso salarial da categoria na vigência de 2021/2022. A CCT passa a valer a partir de 01.09, com os novos valores salariais chegando a folha de pagamento dos empregados em outubro.
Foram realizadas três reuniões para tratar do tema, finalizando as tratativas com o reajuste 8,5% para todos os pisos salariais da categoria e o reajuste da cesta básica para 75,00 reais.
Para o presidente, Clerlânio Holanda, a classe empresarial buscou conceder reajuste que fosse possível dentro da situação atual que vive o setor. “Nesse momento difícil de pandemia com o aumento exponencial de insumos e a situação complicada para muitas empresas, entendemos que estamos concedendo o que é possível”, frisou Clerlânio.
A Convenção Coletiva será disponibilizada no site do Sinduscon-RR após homologada pela Secretaria do Trabalho do Ministério da Economia.

Foto: Sinduscon-RR
Foto: Sinduscon-RR

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Vendas de imóveis no Brasil sobem 46,1% no primeiro semestre


Balanço divulgado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) mostra que crescimento no 2º trimestre de 2021 foi o maior dos últimos quatro anos

Brasília, 23/08/2021 – O Brasil registrou aumento de 46,1% no número de unidades residenciais vendidas (apartamentos novos) no 1º semestre de 2021, na comparação com o mesmo período do ano passado. Em relação aos primeiros três meses deste ano, as vendas de imóveis subiram 7,2% no 2º trimestre.

Os números fazem parte do estudo Indicadores Imobiliários Nacionais do 2º trimestre de 2021, realizado desde 2016 pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional), em parceria com a Brain Inteligência Estratégica. O trabalho foi divulgado em coletiva de imprensa online nesta segunda-feira (23), com os dados coletados e analisados de 162 municípios, sendo 20 capitais, de Norte a Sul do país. Algumas cidades foram avaliadas individualmente ou dentro das respectivas regiões metropolitanas.

Os lançamentos de novas unidades também registraram aumento no 2º trimestre e cresceram 51,3% em relação ao 1º trimestre de 2021. Contudo, apesar dos números positivos, o presidente da CBIC, José Carlos Martins, se mantém moderado, já que as vendas vêm sendo maiores que os lançamentos, inclusive no acumulado de 12 meses. O presidente destaca que a alta dos materiais ainda preocupa o empreendedor brasileiro e continua sendo o principal empecilho para o maior crescimento do setor.

José Carlos ainda destacou que os maiores índices de crescimento foram nas regiões Norte e Nordeste, que neste 2º trimestre tiveram aumento de 162,9% e 127,5%, respectivamente, nas unidades lançadas em relação ao 1º trimestre de 2021.

Segundo o vice-presidente da área de Indústria Imobiliária da CBIC, Celso Petrucci, considerando o acumulado de 12 meses, as vendas cresceram 153% nos últimos quatro anos nas 162 cidades pesquisadas pela entidade. Ele acredita que este efeito acontece, em grande parte, pelas taxas de juros convidativas de pessoa física, em torno de 8%.

Lançamentos


Em relação ao 1º trimestre de 2021, os lançamentos tiveram aumento de 51,3% no 2º trimestre, com queda registrada somente na região Sul, que caiu 9,8%. Considerando os primeiros seis meses deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado, as unidades residenciais lançadas cresceram 57,2%.

No acumulado de 12 meses, os lançamentos aumentaram 115% em relação a 2017. Petrucci destacou que foi o melhor trimestre da série histórica.

Vendas


As vendas cresceram em quase todas as regiões do país no 2º trimestre deste ano em relação aos meses iniciais de 2021. Norte e Nordeste registraram os maiores aumentos do período. A região Norte teve aumento de 25,4% (1.676 unidades) e o Nordeste cresceu 28,7% (13.428 unidades). Já as vendas na região Sul tiveram queda de 22,9% (9.986 unidades).

A oferta final de imóveis no 2º trimestre de 2021, na comparação com o 1º trimestre do ano, apresentou queda de 2,3%. Considerando a média de vendas dos últimos 12 meses, na hipótese de não haver novos lançamentos, a oferta final se esgotaria em oito meses.

O presidente da CBIC alerta que a oferta menor resultará no aumento de preços dos imóveis, que não estão acompanhando o Índice Nacional da Construção Civil (INCC).

Casa Verde e Amarela

O estudo Indicadores Imobiliários Nacionais ainda analisou a participação do programa habitacional Casa Verde e Amarela (CVA) no total de unidades lançadas e vendidas em todas as regiões brasileiras. A representatividade do CVA sobre o total de lançamentos, no 2º trimestre, foi de 48%. Sobre o total de vendas, essa participação foi de 49%. No 1º trimestre, a representatividade do programa sobre o total de lançamentos era de 55,6% e sobre o total de vendas, 51,5%.

Para o vice-presidente da área de Indústria Imobiliária da CBIC, a queda dos números reforça a necessidade de adequação do programa. José Carlos Martins destacou, ainda, que o impacto dos aumentos dos insumos é maior em imóveis populares e podem prejudicar o programa habitacional.

Por: Agência CBIC

Veja a apresentação na íntegra.



MAIS INFORMAÇÕES

Assessoria de Comunicação Social | CBIC

ascom@cbic.org.br

Andreza Figueiredo – (61) 98154-7220

Alexandre Malvestio – (61) 98116-3443

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Custos na construção civil em Roraima têm alta no mês de julho

Segundo pesquisa, custo médio por metro quadrado da construção civil foi de R$ 1.447,77

O custo médio por metro quadrado da construção civil em Roraima cresceu 1,69% em julho na comparação com o mês anterior, somando R$ 1.447,77.

Os dados são do Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), divulgado nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Conforme a pesquisa, o valor registrado em julho no Estado é o maior deste ano, um crescimento de 6,48% em comparação com janeiro, que somou R$ 1359,60, menor custo em 2021.
Em contrapartida, na comparação com julho do ano passado, o custo médio cresceu 17,30%, valor R$ 213,51 mais alto do que o registrado no mesmo mês em 2020 que foi de R$ 1234,26.

Já em relação a dezembro do ano passado, o valor subiu 8%. Nesse período, o custo médio da construção civil registrado correspondia a R$ 1.340,19.

O Acre lidera o ranking dos estados do Norte com o metro quadrado mais caro da região no mês de julho, correspondendo a R$ 1.503,67. Por outro lado, o Amazonas é o estado com o metro quadrado mais barato da região, somando R$ 1.360,47.

Economista
Para o economista Paulo Henrique, a alta no custo médio da construção civil em Roraima está relacionada sobretudo ao aumento do preço dos insumos utilizados no setor, no transporte dos produtos e também na inflação dos alimentos.

“O ferro é um dos produtos essenciais na construção civil que registrou um aumento expressivo de preço no mercado internacional. Além disso, a alta na gasolina e o diesel é outro fator que pode explicar essa alta, já que elas impactam diretamente no transporte do produto. Já o aumento no preço dos alimentos vai refletir na diária cobrada pelo pedreiro e funcionários da obra”, explicou.

Ainda conforme o economista, a pandemia do Covid-19 também é uma das responsáveis pelo aumento do custo da construção civil no estado.

“A covid-19 influenciou no estoque dos produtos. Quando não se tem estoque significa que você tem pouco produto. Como resultado, quanto menos você tem desse produto maior vai ser o preço dele”, esclareceu.

Regiões
O custo médio da construção civil no Norte foi de R$ 1400,82, valor 1,29% maior do que o resultado do mês anterior. Além disso, o preço é 17,82% mais alto quando comparado ao mesmo período no ano passado.

Em Julho, o Sul foi a região do país com o custo médio mais caro, somando R$ 1521,78. Por outro lado, o Nordeste foi a região com o menor preço para o metro quadrado da construção civil, com a média de R$ 1364,47

Brasil
Em termos nacionais, o preço da construção civil subiu 1,89% em julho, somando o valor médio de R$ 1448,78, sendo R$ 853,03 relativos aos materiais e R$ 595,75 à mão de obra.

“Os materiais continuam com altas sucessivas nos preços em todo o país. A alta é generalizada em todos os segmentos e de forma contínua em todos os estados, sobretudo do Sudeste. As altas têm se mantido ao longo do ano com um foco em produtos básicos derivados do aço e condutores elétricos, derivados do cobre, ambos insumos que são commodities minerais. Essas matérias primas estão impactando muito o preço dos produtos que as utilizam”, analisa o gerente do Sinapi.https://www.ibge.gov.br/estatisticas/economicas/precos-e-custos/9270-sistema-nacional-de-pesquisa-de-custos-e-indices-da-construcao-civil.html?=&t=o-que-e

Fonte: Da Redação
Jornal Roraima em Tempo
https://roraimaemtempo.com.br/cidades/custos-na-construcao-civil-em-roraima-tem-alta-no-mes-de-julho/

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Que tal acompanhar um bate-papo sobre crédito imobiliário, com balanços, análises de cenário e projeções sobre o futuro?

Que tal acompanhar um bate-papo sobre crédito imobiliário, com balanços, análises de cenário e projeções sobre o futuro?

No Quintas da CBIC desta semana, vamos falar sobre financiamentos via Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), com divulgação de números sobre o 1º semestre de 2021 e apresentação de perspectivas. É amanhã, dia 5/8, às 17h (horário de Brasília).

Participe!

Faça já sua inscrição! http://bit.ly/quintascbic-0508

A reunião tem interface com o projeto ‘Melhorias no Mercado Imobiliário’ da CHIS e CII da CBIC, com a correalização do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional).

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CONSTRUÇÃO CIVIL

CBIC atuará na ampliação de boas práticas para liberação de alvarás

Em busca de um ambiente mais favorável para quem quer empreender no Brasil, a Secretaria Especial de Modernização do Estado (Seme) realizou virtualmente nesta quinta-feira (29/7), com a participação da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o workshop Doing Business Subnacional 2021 sobre a temática Alvará de Construção.

A iniciativa é resultado de metodologia sobre a Obtenção de Alvarás de Construção no Brasil obtida no estudo Doing Business Subnacional Brasil 2021, realizado pelo Banco Mundial nos 26 estados e no Distrito Federal, que aponta como está a atividade das pequenas e médias empresas brasileiras na obtenção de alvarás de construção no mundo.
https://portugues.doingbusiness.org/pt/reports/subnational-reports/brazil
O diretor de Programa de Modernização Institucional e Regional da Seme, Ricardo Vieira de Queiroz, mencionou a CBIC como parceira regional na disseminação de boas práticas em busca do melhor caminho para a obtenção de alvarás para os empreendedores e para que o cidadão seja melhor atendido.

Neste sentido, o presidente da CBIC, José Carlos Martins, reforçou que a forma de divulgação das boas práticas e o efetivo avanço está na troca de informações e que o municipalismo é a base para o sucesso da iniciativa.

Martins salientou também a importância de as prefeituras terem estruturas maleáveis e informatizadas, bem como a necessidade de uma parceria entre o setor público e privado para agilizar os processos, principalmente nos munícios de menor estrutura. Quanto aos registros de imóveis, reforçou a necessidade de um estudo sobre as questões da padronização de procedimentos e dos penduricalhos dos cartórios de registro.

Mediado por Erick Tjong, da equipe Subnational Doing Business, durante o evento foi apresentada a metodologia e os estudos de casos do relatório.

No Brasil, o documento revela que o licenciamento de construções requer, em média, 22 procedimentos e leva 323 dias, ao custo de 1,4% do valor do armazém. No contexto internacional, o processo é mais complexo do que nos demais países da América Latina e Caribe, da OCDE e do Brics.

Durante o workshop foram apresentados cases sobre os sistemas de licenciamento da construção das prefeituras de Boa Vista/RR e de Campo Grande/MS.

O prefeito municipal Arthur Henrique Brandão Machado e a secretária Municipal de Obras e Urbanismo da SMOU, Alessandra de Almeida Pimenta Pereira, evidenciaram que todo o processo de liberação de alvará simplificado e detalhado em Boa Vista de forma eletrônica. Ressaltaram que mais importante que informatizar é criar fluxos de processos integrados e inteligentes.

Já o secretário municipal do Meio Ambiente e Gestão Urbana (Semadur), Luís Eduardo Costa, e o coordenador de Projetos e Sistemas de Licenciamento Digital na Secretaria Semadur/PMCG – Presidente do CAU/MS, arquiteto João Augusto Albuquerque, apontaram os avanços obtidos em Mato Grosso do Sul com a simplificação de processos para liberação do alvará imediato, com licenciamento declaratório para obras de baixa complexidade.

Próximos passos
Ao registrar que há cerca de 7 anos a CBIC vem trabalhando a questão do excesso de burocracia nos imóveis, o presidente da Comissão de Habitação de Interesse Social (CHIS), Carlos Henrique de Oliveira Passos, reforçou a importância da ruptura de um modelo cultural consolidado nas prefeituras referente aos processos de liberação de alvarás, bem como a importância de avançar com um modelo referente à vistoria realizada pelo Corpo de Bombeiros.

Quanto aos próximos passos para a agenda de reformas e melhorias, Passos informou que a partir do mês de setembro a CBIC realizará pelo menos cinco eventos regionais com o objetivo de construir um diálogo mais assertivo entre as partes envolvidas no processo de licenciamento de obras e emissão de alvarás em âmbito Estadual e Municipal.

Passos mencionou que pesquisas online realizadas recentemente com os associados da CBIC corroboram com dois pontos de destaques do relatório.

“Em vários estados, os governos municipais estão implementando plataformas on-line para aumentar a eficiência e a transparência do processo de obtenção de alvarás de construção”, mencionou, enfatizando que um empreendimento residencial de 490 unidades foi aprovado em 15 dias.

“O grande trabalho, liderado pela CBIC, é começar as discussões com base nas melhores práticas que já existem, como as de Boa Vista, Campo Grande as apresentadas no relatório”, salientou Ricardo Vieira de Queiroz.

O evento contou com as presenças de representantes do setor da construção de vários estados, fundamentais para o bom desempenho dos próximos passos, dentre eles:

Kleber Luiz Recalde, 2º vice-presidente do Sinduscon-MS
Clerlânio Fernandes de Holanda, presidente do Sinduscon-RR
Jose Carlos Gama, presidente do Conjur/CBIC
Aristóteles Passos Costa Neto, vice-presidente da CBIC Região Sudeste
Abelardo Campoy Diaz, do Secovi-SP
Também participaram José Maria, do Confea, a consultora Mariana Martins e representantes da Secretaria Nacional de Habitação (SNH), Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos do Ministério da Economia (SEPPI/ME), Caixa Econômica Federal, Corpo de Bombeiros, Ibama e Iphan.

A íntegra do workshop e das apresentações estará disponível no site Moderniza Brasil. https://www.gov.br/secretariageral/pt-br/moderniza-brasil

O assunto tem interface com o projeto “Melhorias para o Mercado Imobiliário” da Comissão de Habitação de Interesse Social (CHIS) e da Comissão da Indústria Imobiliária (CII), com a correalização do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional).

Por: Agência CBIC

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Você já foi acionado judicialmente para solucionar um vício construtivo?

Estamos presenciando o crescimento da indústria de ações judiciais sobre o tema. A CBIC articula movimentos para reduzir os seus efeitos perversos.

Acompanhe as ações sobre esse tema!

https://cbic.org.br/viciosconstrutivos/
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CONSTRUÇÃO CIVIL

‘Construção é Ferrari com freio de mão puxado’, diz presidente da CBIC… –

O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, afirmou nesta segunda-feira (26) que a recuperação do setor está ocorrendo em um ritmo abaixo do seu potencial. “O setor da construção é como uma Ferrari com freio de mão puxado”, declarou, durante entrevista coletiva à imprensa.

“Poderíamos ter recorde de contratações e geração de empregos. Mas uma série de temores aos empresários fizeram com que não chegássemos ao nível de atividade ao qual poderíamos chegar”. O principal problema, segundo ele, foi o recorde de alta nos custos de materiais. De acordo com a Sondagem da Construção realizada pela CBIC, 55,5% dos empresários consultados no segundo trimestre relataram problemas como disparada nos custos ou até mesmo desabastecimento.
O presidente da CBIC voltou a defender redução no imposto de importação do aço para favorecer a oferta de matérias para o mercado local. Outro problema, segundo Martins, foram os ruídos na proposta de reforma tributária, que apontavam para um potencial aumento da carga tributária do setor. Segundo o presidente da entidade, esse é um tema que continua provocando incertezas. Martins também destacou a queda nos financiamentos com recursos do FGTS para a compra e a construção de imóveis. “O financiamento com FGTS estancou”, disse, referindo-se à queda nos empréstimos dessa modalidade no primeiro semestre. O crédito via FGTS atende à produção de imóveis para população da baixa renda, , onde se concentra 90% do déficit habitacional. “Os recursos do FGTS estão sendo voltados para outros fins. E o aumento de custo inviabiliza projetos nessa categoria”, complementou. A economista da CBIC, Ieda Vasconcelos, também alertou para a inflação acima da meta do governo e para a consequente elevação da taxa básica de juros, que tende a provocar aumentos nas taxas de juros do crédito imobiliário. Pelo lado positivo, Ieda Vasconcelos citou projeções mais satisfatórias para o PIB nacional e uma melhora paulatina da confiança dos empresários. Outro ponto positivo é avanço recente no processo de vacinação.

PIB do setor

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) do setor em 2021 vai subir 4%. Se confirmado, o resultado será o maior desde 2013, quando havia aumentou 4,5%. A CBIC iniciou o ano com previsão de alta de 4% para o PIB setorial, mas acabou baixando esse dado para 2,5% em abril, após as paralisações provocadas pela pandemia e o aumento das incertezas sobre os rumos da economia. A retomada agora da projeção de alta de 4% para o PIB setorial está baseada nas sinalizações de um nível satisfatório de recuperação da economia brasileira, explicou Ieda Vasconcelos. A economista também disse que os juros ainda baixos dos financiamentos imobiliários têm ajudado a sustentar os lançamentos e vendas de imóveis, bem como as vendas de materiais de construção para o varejo. “O incremento do financiamento imobiliário, as taxas de juros ainda em baixo patamar, a melhora do ambiente econômico, a demanda consistente, mesmo diante da pandemia e a continuidade de pequenas obras e reformas são algumas das razões que ajudam a justificar a projeção atual”, explicou. A economista ponderou, entretanto, que a melhora do PIB da construção não significa um forte crescimento. De 2014 a 2020, o setor acumula queda de 33,34% nas atividades…. – Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2021/07/26/setor-da-construcao-e-como-uma-ferrari-com-freio-de-mao-puxado.htm?cmpid


Por: Circe Bonatelli
São Paulo 26/07/2021