{"id":1064,"date":"2024-01-03T09:32:00","date_gmt":"2024-01-03T13:32:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sinduscon-rr.org.br\/blog\/?p=1064"},"modified":"2024-01-04T11:00:09","modified_gmt":"2024-01-04T15:00:09","slug":"manifesto-industria-da-construcao-alerta-para-prejuizos-da-mp-da-reoneracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sinduscon-rr.org.br\/blog\/manifesto-industria-da-construcao-alerta-para-prejuizos-da-mp-da-reoneracao\/","title":{"rendered":"MANIFESTO &#8211; Ind\u00fastria da constru\u00e7\u00e3o alerta para preju\u00edzos da MP da reonera\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p>A ind\u00fastria da constru\u00e7\u00e3o manifesta-se veementemente contra a Medida Provis\u00f3ria de <br>reonera\u00e7\u00e3o da folha de pagamentos. O simples an\u00fancio da MP no mesmo dia da promulga\u00e7\u00e3o da lei que estendeu at\u00e9 2027 a desonera\u00e7\u00e3o desrespeitou o Legislativo e trouxe inseguran\u00e7a aos investimentos.<br>Durante todo o ano de 2023, a ind\u00fastria da constru\u00e7\u00e3o, que necessita de previsibilidade <br>para se planejar e investir a longo prazo, ficou na expectativa da extens\u00e3o da desonera\u00e7\u00e3o <br>da folha. Aprovada pelo Legislativo, vetada pelo Executivo e finalmente restabelecida por <br>ampla maioria pelo Congresso, a desonera\u00e7\u00e3o assegura a continuidade do crescimento <br>do emprego formal neste setor.<br>Este crescimento do emprego agora volta a ser amea\u00e7ado com a edi\u00e7\u00e3o da MP. Seu <br>efeito imediato sobre os custos da constru\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos 120 dias levar\u00e1 inapelavelmente \u00e0 eleva\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os das obras em andamento. A ind\u00fastria da constru\u00e7\u00e3o, seus <br>contratantes e consumidores ser\u00e3o prejudicados.<br>Entre estes, figura o pr\u00f3prio governo federal, que precisar\u00e1 pagar mais por obras habitacionais e de infraestrutura, contratadas dentro de programas como o Minha Casa, Minha <br>Vida e o de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento. Desequil\u00edbrios econ\u00f4mico-financeiros dos contratos em vigor poder\u00e3o levar \u00e0 paralisa\u00e7\u00e3o de obras e demiss\u00f5es.<br>Ou seja, boa parte do almejado esfor\u00e7o por um equil\u00edbrio fiscal pretendido pela MP ter\u00e1 <br>sido em v\u00e3o.<br>Outro efeito da edi\u00e7\u00e3o da medida ser\u00e1 uma revis\u00e3o dos projetos de novos contratos e de <br>lan\u00e7amentos imobili\u00e1rios, at\u00e9 que haja clareza sobre o destino da MP. Isto implicar\u00e1 adiamento de contrata\u00e7\u00f5es futuras de m\u00e3o de obra, queda na oferta de moradias e diminui\u00e7\u00e3o <br>da arrecada\u00e7\u00e3o prevista, prejudicando mais uma vez o pr\u00f3prio governo.<br>Governar por medidas provis\u00f3rias sem que haja justificativa de urg\u00eancia para sua edi\u00e7\u00e3o <br>\u00e9 um enorme retrocesso para a governabilidade necess\u00e1ria \u00e0 estabilidade pol\u00edtica e <br>econ\u00f4mica e \u00e0 melhora do ambiente de neg\u00f3cios.<br>N\u00e3o havendo qualquer justificativa de urg\u00eancia para que o governo trate da desonera\u00e7\u00e3o <br>por meio de uma MP, ela deveria ser imediatamente devolvida pelo Legislativo ao Executivo. Este deveria se debru\u00e7ar sobre novas medidas que incentivem o emprego formal.<br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ind\u00fastria da constru\u00e7\u00e3o manifesta-se veementemente contra a Medida Provis\u00f3ria de reonera\u00e7\u00e3o da folha de pagamentos. 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